Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Sweet Nothing

Sweet Nothing

Qui | 26.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #20

Depois de uma paragem longa [desculpem-me] vem aqui um grande capítulo da vossa fic preferida (espero).

 

Capitulo #20

 

 

[Edward]

 

A minha resposta não a tinha convencido, mas eu não podia dizer. Anne, não podia saber que um piano preto estava agora no quarto de Richard. Talvez fosse o piano que Anne tinha partilhado com Richard quando eram pequenos, esse piano estava agora no quarto de Richard. Ela tinha reagido mal quando viu o meu, como reagia ao ver aquele que era dela. E porque? Porque um piano para o quarto de um rapaz que nem sequer morava cá. Uma ideia assaltou a minha cabeça... não,não podia ser.

 

Anne:O que estás a pensar amor?

Edward: Nada de interessante, meu bem. Ideias malucas.

Anne: Oh ok.

Edward: Podiamos ir até lá casa agora. Conhecias já os meus pais e almoçavas lá.

Anne: Edward, eu não quero incomodar, e a tua mãe nem sabe que vamos lá.

Edward: Não sejas tonta, a minha mãe queria que eu te viesse buscar ontem há noite, quando o James falou de ti, e ela vai almoçar sozinha porque o James foi almoçar com a Helen.

Anne: Pronto vamos lá. Mas o teu pai não vai almoçar em casa?

Edward: Não, ele fica na clinica há hora de almoço. A minha mãe só trabalha no fim do mês, por isso durante este tempo fica sempre sozinha há hora de almoço, ou então eu e o James almoçamos com ela.

Anne: Ok então liga a tua mãe, e eu vou só lá em cima buscar a minha mala e um casaco.

Edward: Ok amor. [Beijei-a apaixonadamente]

Anne: Tenho de ir buscar mais vezes a mala e o casaco.

[Rimo-nos]

Edward: Tens beijos destes sempre que quiseres princesa.

 

Não fiquei satisfeito com a ideia de ela ir lá acima. Ela podia entrar no quarto do irmão e ia ver o piano. Mas se eu a tivesse impedido, ela ia desconfiar, e a casa era dela. Mas a história do piano estava mal contada. Um piano, para um quarto onde ninguém dormia? Será que Richard vinha passar uns dias com a familia? Não, não podia ser. Se ele viesse , o mundo de Anne ia desabar completamente. Marquei o numero de telémovel da minha mãe mas ela não atendeu, então liguei para o telefone fixo. Não demorou muito a atender.

 

[Chamada Telefónica]

Mãe de Edward: Estou?

Edward: Mãe sou eu o Ed.

Mãe de Edward: Diz querido, está tudo bem?

Edward:Sim mãe, está tudo bem . Olha achas que posso levar a Anne a almoçar ai?

Mãe de Edward: Claro que sim, eu estive para te ligar porque ia almoçar sozinha. Mas depois calculei que estavas com a Anne e não quis incomodar.

Edward: Obrigada mãe, oh podias ter ligado. A Anne obrigou-me a ligar-te para perguntar se não incomodava.

Mãe de Edward: Já sabes que as tuas namoradas ou amigos nunca incomodam, mas fizeste bem em ligar. Demoram muito?

Edward: A Anne foi buscar a mala e o casaco, e vamos já para aí.

Quando acabei de dizer isto vi Anne a descer as escadas.

Edward: Mãe a Annie, já está despachada daqui a dez minutos estamos aí.

Mãe de Edward: Ok querido, pergunta só a Annie se gosta de lasagna?

Edward: Sim mãe , eu sei que ela é doida por lasagna. Até já.

Mãe de Edward: Ok, até já querido. Beijinhos

[Fim da Chamada]

 

Anne:Então não incomodo?

Edward: Claro que não. A minha mãe está mesmo ansiosa para te conhecer.

Anne: Então vamos?

Edward: Claro.

Dei-lhe a mão, e com a outra puxei os seus lábios para juntos dos meus. Eram bom beijá-la, era bom senti-la feliz. Quando a beijava o seu ritmo cardíaco disparava e o meu também. Nunca tinha sentido a necessidade de estar sempre a tocar numa pessoa. Nunca tinha sentido o verdadeiro significado da palavra "amo-te", antes de estar com Anne. Ela fazia parte de mim e fazia-me bem. Eu amava-a e não a queria ver sofrer. Tinha de descobrir se Richard vinha para a cidade.

Edward: Vá vamos princesa.

Anne: Vamos, não quero deixar uma má impressão há tua mãe.

[ri] Edward: Não te preocupes com isso.

 

Abri-lhe a porta do carro, e segui até ao meu lugar. A viagem não era demorada, fomos conversando sobre a minha familia. Durante o almoço não queria que a minha mãe falasse da familia de Anne. Anne não se sentia há vontade e eu tinha a certeza que o irmão dela ainda fazia parte da palavra familia. Tinha de tentar avisar a minha mãe antes que a conversa viesse a baila. Vimos vários colegas nossos, durante o caminho. Até encontramos a senhora Smith, funcionária da nossa escola. Eu detestava aquela mulher, era tão irritante. Desde que me tinha apanhado a saltar uma janela para ir buscar o telemóvel há sala, nunca mais me olhou com bons olhos. Chegamos rapidamente há minha casa.

 

Edward: Então, o que achas da minha casa?

Anne: É mesmo gira. Adoro a cor.

 

 

9 comentários

Comentar post