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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Dom | 15.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #18

Olá, tenho tido poucos comentários!

Não estão a gostar?

 

Capitulo #18

 

Nestes últimos dias tinha pensado muito nele. Sentia a sua falta, todos os dia. Quando estava com Edward, a sensação de vazio era mais pequena. Edward fazia me sentir completa, ou pelo menos, quase completa. Eu amava Edward mais do que qualquer pessoa, mas o lugar para Richard, esse estava sempre presente no meu coração.  Apesar de poder estar um bocado mais na cama, resolvi levantar-me, não iria conseguir voltar a adormecer. Olhei para o telemóvel, tinha recebido uma mensagem de Edward durante a noite, mas só a tinha visto hoje de manhã.

 

" Princesa, mais uma vez peço desculpas por não termos jantado. Quando acordares liga-me, a que horas for. AMO-TE"

Conseguia por me com um sorriso logo de manha, não queria ligar-lhe ainda era muito cedo. Li a mensagem de novo. De certo que iria ficar chateado, se eu não lhe ligasse.  Marquei o número e passado dois toques ele atendeu.

 

[Chamada]

Ed: Princesa...

Anne: Ed

Ed: Acordas-te muito cedo.

Anne: Sim, a minha mãe ligou-me vêm mudar a mobília do quarto do Richard.

Ed: Agora?

Anne: Por volta das dez horas.

Ed: Então toma um banho rápido e vamos tomar o pequeno almoço juntos.

Anne: Edward, tenho de ficar em casa, vem cá ter e tomamos cá o pequeno almoço.

Ed: Ok, quanto tempo precisas?

Anne: Dez minutos ... não, tens de me dar quinze.

Ed [ri]: Ok, até já princesa.

Anne: Até já .

Quando ia para desligar ouvi a voz dele chamar.

Ed: Anne?

Anne: Sim.

Ed: Amo-te.

Anne: Eu também, e muito.

 

Corri para a casa de banho, tomei um banho rápido. O guarda roupa era o mais complicado, limitava me por umas jeans, umas all stars e uma t-shirt. Fiz torrada, chocolate quente e panquecas. Passado pouco minutos a campainha tocou. Corri, eu queria vê-lo, precisava de senti-lo.

Abri a porta, e lá estava ele. Lancei-me para os braços dele, beijei-o até ficar sem folgo. Abracei-o, cada minuto sem ele, era uma tortura, uma grande tortura.

 

Ed: Também estava com saudades.

Anne: Desculpa se te deixei em folgo.

Ed: Era essa a intenção.

Voltamo-nos a beijar. Entramos de mãos dadas, e sentamo-nos na cozinha. Insistiu tanto que tive de me sentar no colo dele e comportar-me como uma bebe, levava-me a comida a boca. Não adiantava faze-lo parar, ele não parava.

 

Ed: Ontem, contei aos meus pais que tinha namorada.

Anne: Contaste? Eles perguntaram alguma coisa?

Ed: Sim, e sabes o que eu lhe disse?

Anne: Não, mas vai ter de me contar.

 

O rosto dele inclinou-se até ao meu ouvido, os olhos dele fecharam-se e com os lábios perfeitos murmurou: Disse que tinha a melhor namorada do mundo, a pessoa que me põe a sorrir logo de manhã, a pessoa que faz este rapaz ser feliz.

Não estava a espera daquela resposta, encostei a cabeça no ombro dele, e beijei-o.


Anne: E tu, és o namorado perfeito. És a unica razão de eu querer continuar ... aqui.

Ed: Os meus pais querem te conhecer.

Anne: Quando?

Ed: Calma,eles são muito engraçados. Vão gostar logo de ti e vais sentir-te à vontade. Fica descansada, eles não são do tipo de pais que organizam logo o casamento.

Anne: [ri], então vamos lá quando quiseres.

 

Senti as mãos dele na minha cintura, coloquei as minhas na nos braços dele, e os nosso lábios tocaram-se, mais uma vez. Mas desta foi diferente, muito lentamente, como se quiséssemos sentir cada segundo daquele beijo, como se aquele beijo fosse a unica maneira de eu e ele nos podermos expressar, podermos dizer o quanto nos amávamos sem proferir a palavra amo-te. Só a campainha interrompeu aquele momento. Olhei para o relógio, eram dez horas, como o tempo passa quando estamos com a pessoa que nos faz feliz.

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