Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Sweet Nothing

Sweet Nothing

Qua | 11.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #15

Ontem tive um problema ao postar o capitulo,

por isso estava tão pequeno. Desculpem-me!

Beijinhos,

 

Capítulo #15

 

James e Helen entraram na sala, vinham animados e agarrados um ao outro. Era um bom sinal. Propus vermos um filme, Ed levantou-se e foi escolher, eu não era pessoa de ver filmes sozinha, tinha uma grande estante cheia de filmes mas nunca tinha visto quase nenhum. Eu e Helen fomos fazer pipocas na cozinha, enquanto os rapazes escolhiam o filme. Dez minutos depois sentamo nos nos sofás, eu e Ed num, Helen e James noutro. Helen não ficou muito contente com a escolha do filme, os rapazes escolheram terror. Eu não me importava, não era uma rapariga que se assustasse facilmente. Durante o filme, Helen tapou imensas vezes os olhos, Ed e James eram terríveis pois diziam-lhe sempre que podia ver nas partes mais assustadoras. Helen não achava muita piada, mas a cara dela dava mesmo para rir. O filme era demasiado longo, Helen e James adormeceram, agarrados no sofá. Quando o filme terminou, senti uma mão no meu cabelo, e um lábios encostados ao meu ouvido...

 

Ed: Annie, é melhor ires para a cama, eu vou chamar o James e nós vamos para casa.

Anne: Sim é melhor ir para a cama, aqui não se dorme muito bem. Mas não acordes o James, fiquem cá esta noite, já deve ser tarde.

Ed: São duas e meia da manhã.

Anne: Vês, anda. Fica comigo esta noite.

 

Ed concordou. Subimos para o meu quarto, deitamo-nos na cama, era bom ter o braço dele sobre a minha barriga. Ed cantou-me a música que tinha feito para mim. Acabamos por adormecer agarrados um ao outro. Era bom dormir assim, os nossos corpos encaixavam perfeitamente, éramos um todo.  Na manhã seguinte, quando acordei, Ed ainda estava ao meu lado. Olhei-o durante longos minutos. Virei-me e o relógio marcava dez horas da manhã. Fui tomar banho, mudei de roupa e desci para a cozinha. Helen e James já não estavam na sala, mas no frigorífico estava um papel: " Vou levar a Helen a casa, depois da hora de almoço passamos aí. James"

Abri o frigorífico, tirei um iogurte liquido e fui para a sala ver televisão. Passados cinco minutos, Ed desceu as escadas e sentou-se ao meu lado.

 

Ed: Bom dia!

Anne: Bom dia amor!

[Beijaram-se]

Ed: Já acordas-te há muito tempo?

Anne: Quase agora. Não te acordei, pois não?

Ed: Não, eu é que me deixei dormir mais um bocadinho, desculpa!

Anne: Não faz mal amor. O James e a Helen saíram, voltam depois do almoço.

Ed: OK.

Anne: O que vamos fazer?

Ed: Olha eu vou a casa tomar banho, e volto já.

Anne: Oh, não vás. Fica comigo.

Ed: Queres vir até minha casa?

Anne: Eu não gosto de ficar só, se não te importares eu ia

Ed: Vá, levanta-te, vamos.

Anne: És o melhor namorado do mundo!

Ed: [Beija-a intensamente], eu sei.

Anne: E além disso és convencido.

Ed: Sou o quê?

Anne: Convencido!

Ed: Ai é?

 

Dito isto Ed, correu atrás de mim. Quando me apanhou, entrelacei os meus braços no pescoço dele e beijei-o. Beijei-o,durante muito tempo, apetecia-me estar assim para sempre, apetecia-me estar assim até ao fim do mundo.  Ed libertou-se do beijo calmamente e lançou-me um sorriso.

 

Ed: Inflismente, não podemos ficar assim a manhã toda.

 

Dirigimo-nos para o carro, Ed voltou a beijar-me, estava a ficar mal habituado. De repente lembra-se e fazia-o. Apanhava-me distraída. Chegamos rápido a casa dele. A casa era grande e moderna. Ed abriu a garagem e pôs o carro. Mostrou-me as divisões da casa, o quarto de James era um inferno, ninguém se conseguia organizar lá dentro.   A última divisão que Ed me mostrou foi o quarto dele. Era grande, espaçoso, e arrumado. Era em tons de castanho.

 

Ed: Fica há vontade, eu não demoro nada!

 

Dito isto beijou-me e saiu. Percorri o quarto com o olhar, na parede em frente há cama estava uma tela grande, a preto e branco que retratava a cara de dois meninos a sorrir. Para mim foi fácil identificá-los: Ed e James. Eram muito parecidos quando eram pequenos,mas hoje ninguém dizia que eram irmãos. Ed tinha a mesma expressão no olhar quando sorria, era bonito já quando era pequeno. Ao lado da cama de Ed, estava uma moldura com uma fotografia de um casal, o pai e a mãe de Ed e James. Depois de olhar novamente para o retrato das duas crianças, o meu olhar dirigiu-se para uma esquina do quarto. O meu corpo gelou, era como se o tempo tivesse parado ... há muito tempo que não estava tão próxima de um ....

6 comentários

Comentar post