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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Qua | 30.01.13

De "odiar" a gostar, pode ser uma questão de anos.

Tenho de confessar que quando o Justin "foi descoberto" e alcançou aquele enorme sucesso com a música "Baby" eu achava o rapaz insuportável. A verdade, é que eu nunca fui muito de ser obcecada pelas bandas que todas as crianças/adolescentes gostavam. 

Na altura dos Jonas Brothers eu nem sequer tinha Disney Channel nem sabia quantos membros eram.

Na altura dos Tokio Hotel só tive conhecimento deles a partir do meu livro de inglês, que tinha lá a letra da música para nós completarmos. 

A partir do momento em que os Jonas perderam o encanto e os Tokio Hotel bateram no fundo, começei a ouvir algumas das músicas que os mesmos cantavam e fui gostando de uma ou de outra. Naquele tempo, os meus interesses não consistiam em passar uma tarde enfiada em casa no computador, à procura de vídeos divertidos no youtube onde essas mesmas bandas figurassem como personagens principais. Nessa altura, o meu tempo não se resumia a ler histórias ou pequenas situações sobre os membros dessas mesmas bandas. Se era mais feliz? São tipo de felicidades diferentes, porque acima de tudo são esse tipo de coisas que nos fazem ter infância, pré-adolescência e juventude. 

Antes, adorava passar o dia inteiro na rua. Adorava acordar cedo nas férias de Verão para ir ter com os meus amigos que vinham cá nas férias. Acabávamos sempre por almoçar nas casas uns dos outros, e as tardes eram passadas ou num pequeno tanque a aproveitar os raios de sol, ou a jogar a jogos de tabuleiro, às escondidas e à apanhada.

Posso-vos dizer que tenho muito orgulho de todas as cicatrizes provenientes das quedas da infância. Foram tempos felizes, e se pudesse voltar atrás no tempo, voltava. Num abrir e fechar de olhos. Sem pensar duas vezes.

 

Só a partir dos meus quinze/dezasseis anos é que me comecei a interessar por boy-bands. A existência deste blog contribuiu muito para isso, pois através dos vossos cantinhos fui conhecendo novas músicas. Acabei rendida aos Boys Like Girls, e aos McFly. Porém, a minha verdadeira "panca" por bandas teve início com cinco estúpidos maravilhosos: One Direction. Sim, eu gosto dele. Não, não sou obcecada por eles. Não, não tenho posters nem montagens deles nas paredes do meu quarto. Não, não tenho pastas no meu computador com fotos e vídeos deles. Sim, tenho uma história e várias one-shots com os membros da respectiva banda, porém escolho-os por se adaptarem à descrição física que tenho em mente ou , e através do que se vai conhecendo nas entrevistas, vídeos, etc , por se adaptarem à descrição psicológica.

 

Hoje quando cheguei a casa, e depois de colocar os estudos em dia resolvi ouvir o novo cd do Justin. Fiquei surpreendida.

Sabia que ele já não era o mesmo menino de cabelo para o lado, também porque me tinha acostumado a ouvir algumas das suas músicas mais recentes e aprender a gostar. 

Fiquei surpreendida pelo poder de uma guitarra, pelo poder das letras e pelo poder da sua voz. Parece que nos canta ao ouvido. Parece que é aquele amigo que está lá e nos diz o que precisamos de ouvir. Parece, se quiserem, o namorado mais carinhoso do mundo ao qual não podem ser apontados defeitos.

O rapaz está a crescer, está a tornar-se um Homem. Bonito já ele é, mas com o passar dos anos serão poucas as que lhe vão resistir. A voz está a tornar-se mais máscula, mais sedutora o que é bom tanto a nível vocal como a nível de público. Ele vai deixar de ser odiado por muitos, para ser amado por essas mesmas pessoas.

Não me considero uma "Believer" ou lá o que lhe chamam, mas considero-me uma nova fã dele e serei se ele continuar a desenvolver projectos tão bons como este último.

 

Esta é a minha opinião sobre o novo albúm: está muito bom, foi uma excelente ideia fazer uma versão acústica das músicas.

 

As minhas preferidas são esta, esta e esta.

Dom | 27.01.13

Vejam quem me veio fazer companhia:

Veio ele, e todas as personagens da sua obra, Frei Luís de Sousa.

 

"Assim como o ferro se conso­me com a ferrugem, assim o in­vejoso se está consumindo com a inveja."

Ter | 22.01.13

Não se esqueçam, amanhã é dia 23.

Nestes últimos tempos não yenho tido muitos motivos para sorrir. Verdade seja dita, 2013 ainda só conta com vinte e dois dias e não estão a ser nada de entusiasmantes. Até agora, nenhum dos meus desejos se realizou e tudo parece piorar. O simples facto de dizer uma palavra, me recusar a fazer alguma coisa - até mesmo na brincadeira - parece despontar nas pessoas que me são próximas um ódio enorme para com a minha pessoa. De um momento para o outro, sou culpabilizada de tudo o que se passa. 

Se ando mais "entusiasmanda" e até socializo mais com eles - ou seja, se começo a regressar ao meu normal - parece que me repreendem por isso. Se, e por outro lado, me encosto a um canto com os auscultadores nos ouvidos é porque estou completamente apática, e não devia estar assim. Decidam-se ... 

 

Hoje, porém, começou a nevar e fomos mandados para casa a meio da aula de química. O simples facto de abandonar aquela escola, de deixar a minha turma - aqui, perceba-se que não incluo todas as pessoas da mesma - mais cedo, fez-me sorrir. O simples facto de não ter de o ver no intervalo que se seguia, deixou-me contente. Mais animada. 

 

Amanhã faço anos, e bem no fundo, ainda tenho esperanças que te lembres de mim e que me mandes uma mensagem.

 

Sab | 19.01.13

Querido Refúgio #7 - Os números...

Sabes, ontem fazíamos três meses. Será que isso te passou pela cabeça?

É, eu acho que não.

Sab | 12.01.13

Desculpem...

Peço imensa desculpa pelos últimos posts. Eu tenho a perfeita noção que secalhar este assunto não vos diz respeito e que não visitam o blog para conhecer as minhas desilusões amorosas. Ultimamente, não tenho andado bem e a escola não me tem ajudado. 

Mais uma vez, peço desculpa. 

Importam-se que eu continue, caso seja necessário ou me apeteça, a colocar postagens referentes ao assunto?

Não sei quando posso voltar ao blogue mas sempre que conseguir, espero trazer-vos melhores noticias...

Sab | 05.01.13

Querido Refúgio #5 - As borboletas tornaram-se feridas

Todos temos, ou pelo menos já tivemos aquele momento onde quebramos totalmente. O da Ana aconteceu, mais uma vez, dia 3.  Andou todo o dia a aguentar tudo e a fingir-se de forte, até ao momento que chegou finalmente a casa e se fechou sozinha no quarto. No dia a seguir, foi para a escola, cumprimentou os colegas, esteve com os amigos o dia todo e mais uma vez teve que segurar os seus sentimentos e lágrimas até chegar a casa. O motivo? Bem, o relacionamento que a Ana tinha com ele agora terminou. 

Tudo ficou mais difícil de aguentar e de esconder. Cada pequena coisa na vida da Ana está a correr de forma completamente errada  e no momento em que, finalmente, ela tem tempo para ficar sozinha e recuperar o fôlego ... A Ana quebra e as memórias assaltam-lhe o pensamento. O que começou com borboletas no estômago, hoje são facadas no peito. O problema maior disto tudo, é que a Ana da história sou eu.

Qua | 02.01.13

Querido Refúgio #4 - As coisas que me dizem...

Tens de ser forte, isso passa.

 

Não vais ficar assim por causa dele, pois não? Não lhe podes dar esse prazer...

 

Com o tempo, tudo passa...

 

Não te vale de nada andares a chorar pelos cantos.

 

Vais levantar a cabeça, não vais chorar por causa dele. Simples.

 

Não podes ficar assim...

 

É em momentos como este que me apetece cometer uma loucura qualquer. É claro que eu vou ficar "assim", é claro que eu vou chorar por causa dele.  Se quero? É claro que não quero mas não posso fazer nada para evitá-lo. Sei lá eu se vou mostrar parte fraca  ou não. Quer dizer, saber até sei, vou ser fraca e chorar por causa dele e  na frente dele. E porquê? Porque o amo...