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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Dom | 11.09.11

11 de Setembro de 2011

 É estranho pensar que já passaram dez anos desde o mítico onze de setembro de 2001. Uma vez, alguém me disse que o nosso cérebro tem capacidade para esquecer os momentos mais "dolorosos" ou de maior mudança e por isso é que nós não nos lembramos do momento do nosso nascimento e, mete-me bastante confusão como é que aquelas imagens ainda estão presentes na minha cabeça. No dia onze de setembro de dois mil e um eu tinha apenas cinco anos de idadee estava com a minha mãe e os colegas de trabalho dela na escola onde ela trabalha como assistente operacional. Lembro-me perfeitamente de olhar para a televisão e ver, vezes e vezes sem conta as imagens de um avião contra uma das torres. Lembro-me da minha mãe e as restantes pessoas que se encontravam naquela sala dizerem que aquilo era um filme, aquilo eram imagens de um filme que provavelmente estava a meio quando ligaram a televisão ou uma publicidade qualquer. Mas não, aquilo não era um filme nem um acidente. Era um ataque terrorista. 

 Quatro aviões tinham sido alvo de dezanove sequestradores, dois deles chocaram nas Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova Iorque, um terceiro atingiu o Pentágono e um quarto vôo caiu na Pensivânia, numa área rural. Neste último, os passageiros tentaram ainda retirar o controlo do avião aos sequestradores. O que teram sentido estas pessoas ao ver que iriam morrer? Que estavam nas mãos daqueles homens e não podia fazer absolutamente nada.

 Dezanove pessoas dividiram-se por quatro aviões e causaram 2993 mortos (os dezanove terroristas estão incluídos) e mais de 6291 pessoas feridas. Crianças, homens, mulheres. Homens e mulheres que eram, mães, pais, filhos, primos, tios, irmãos, sobrinhos, afilhados, netos, melhores amigos, inimigos, desconhecidos de alguém. Homens, mulheres e crianças que morreram porque Osama Bin Laden quis, porque Al-Qaeda quis. 


 Eu vi pessoas a saltarem das Torres, elas sabiam que nao havia solução. Estavam condenadas, era um acto de desespero. Para mim, os números que ali se encontram não correspondem há realidade. Porquê? Porque foram mais de  9284 pessoas envolvidas naquele atentados. E as famílas das pessoas que morreram durante o atentado, não são vítimas? E os danos psicológios que guardam e sempre guaradarão ao longo das suas vidas, não os torna vítimas? Torna... tem de tornar. 

 Tenho pena que só nos venham à memória estas pessoas no dia onze de Setembro ou nos dias próximos à data. Tenho pena que muita gente continue a sofrer por causa de vinte homens, por causa de um ataque. 

 É impressionante como não me lembro da minha roupa preferida quando tinha cinco anos e me lembre de imagens que mataram mais de uma centena de pessoas. 

 

A todas as pessoas que de alguma maneira foram e são vítimas do 11/09/2001, deixo aqui a minha homenagem.

Sex | 09.09.11

coisa pouca #12

Ontem não me apeteceu vir aqui ... ando melancólica demais. Não sei os motivos, só sei que cada vez me sinto mais triste. Talvez o facto de dia quinze1 saber que vou ter de encarar a tua cara, voltar a ver aqueles olhos escuros e o cabelo negro característico - que neste momento deve estar cheio de caracóis, assemelhando-se à "lã" que eu tanto gosto e ele teima em cortar - que tanto me fizeram sorrir e chorar no ano anterior, me deixe assim. Talvez o facto de não ver a minha melhor amiga há mais de dois meses e saber que ela está diferente me deixe assim. Talvez ... 

 

as minhas aulas começam dia catorze mas é só pela manhã e a ana não está para acordar às seis e meia da manhã, para entrar em duas salas por cinco minutos e ter de apanhar o autocarro ao meio-dia para estar em casa por volta da uma.

música nova linda no blog.

Qua | 07.09.11

Plaquinhas 4500/4550

Olá meus queridos e adorados leitores. Estou muito contente com vocês, recebi um grande número de comentários ao capítulo e todos eles bastante construtivos - assim é que eu gosto. Quero também agradecer a todas as pessoas que comentaram a One-Shot - Destino, ao longo de seis posts foram no total 140 comentários. É super gratificante ler as vossas opiniões a pequenas coisas que faço, desde os posts mais simples aos mais completos. Deixo aqui duas plaquinhas:

 

Momento de publicidade: Aproveito para deixar aqui o link do meu tumblr de textinhos (tem coisinhas minhas e coisas que reblogo) e o meu tumblr de imagens (tipo Weheartit). Eu não sei se vocês sabem mas eu sou uma grande adepta das pessoas que fazem covers, e hoje descobri este maravilhoso rapaz que com um violino faz covers das mais variadas músicas.

Qua | 07.09.11

coisa pouca #11 - O,O

Matem-me já, a sério. A quantidade de gente ignorante que eu tenho no meu facebook . Quem é que no seu perfeito juízo escreve cinxento em vez de cinzento, camarao em vez de camarão, camaliao em vez de camaleão e depois diz que Cascais é um país! Já agora alguém me quer dizer a capital de Cascais ou o hino?! Que língua falam? É democrático ou monárquico? 

 

 

 

Ter | 06.09.11

Dreams Of Love - Capítulo XXVI – Com cordas bem fortes.

Quem é que já tinha saudades de mais um capítulo da fan fic? Quem é que já sentia a falta de um dos meus chatinhos capítulos? Agora a sério, leiam e deixem a vossa marquinha. Este é um dos maiores capítulos e tem dois pontos de vista :D . Quero também dizer que roubei uma pequenina ideia à Drii, desculpa minha querida, estou-me a referir aos gifs antes dos capítulos pois, achei uma boa ideia e sempre que arranjar um que represente um movimento ou expressão durante o capítulo vou colocar. Deixo-vos com o capítulo e quero já dizer que amanhã tenho de postar uma plaquinha. 

 Nota: O que está a cor mais cinzentado, é um momento do capítulo anterior.

Capítulo XXVI – Com cordas bem fortes.


 

            O dia de Natal tinha chegado muito rapidamente, os pais de Fábio e de Andreia vinham passar o Natal connosco a Lisboa e por isso a casa iria estar cheia. A mãe de Fábio, a minha querida Tia Josefina há muito tempo que se encontrava na cozinha juntamente com Andreia e a sua mãe, a preparar a ceia de Natal. Fábio, e os restantes homens conversavam alegremente na sala. A mim, coube-me a tarefa de decorar a sala e a mesa de jantar, nada de muito difícil. Antes, não apreciava a época natalícia pois esta época é a época da família e da harmonia e na minha casa, com os meus pais isso não acontecia. No Natal anterior, tinha ficado sozinha em casa porque os meus pais encontravam-se de serviço… Ou seja, a meia-noite foi passada a assistir a um filme nada interessante ou muito meloso que passam na noite de natal. Hoje, neste dia sabia que ia ser diferente. Sabia que pela primeira vez teria um Natal verdadeiro.
            - Oh minha querida, a sala está tão bonita. – A tia Josefina, tinha chegado da cozinha e num gesto carinhoso colocou as suas mãos nos meus ombros.
            - Achas mesmo, tia? – Perguntei-lhe duvidosa do resultado do meu trabalho.
            - Claro que sim minha querida, fizeste uma óptima escolha. O beje e o vermelho ficam sempre bem numa época tão propícia à união e à amizade. Já para não falar na preferência que esta família tem para o vermelho … - Respondeu-me mencionado a preferência clubística da família.
            - Tia, ainda não tive oportunidade de lhe agradecer tudo o que fez por mim. Eu sei que o Fábio e a Andreia não conseguiram convencer os meus pais sozinhos, eu sei que você e o tio tiveram uma grande contribuição para que a minha vinda para cá fosse possível. Estou-lhes eternamente grata.
            - Oh minha querida, mas o que vem a ser isso? Não precisas de nos agradecer. Nem a mim, nem ao Fábio nem a ninguém. Nós sabíamos que tu não estavas feliz, e queríamos que esse teu sorriso voltasse a surgir nessa carinha laroca. Não fizemos mais do que a nossa obrigação. – Envolvemos-mos nos num abraço onde tentei demonstrar todo o meu agradecimento. A tia Josefina era como se fosse uma segunda mãe, ou mesmo a minha verdadeira mãe.- Anda daí, vamos provar as rabanadas.
            O jantar de família decorreu alegremente e com a mesa cheia das variadas tradições portuguesas. Se a anos atrás me perguntassem se achava que algum dia teria uma verdadeira noite ou jantar de família, a minha resposta era sem dúvida alguma um rotundo não. Agora, eu tinha isso e era o melhor presente de Natal. Deixamos a sala de jantar e depois de estar arrumada, reunimo-nos na sala de convívio. Enquanto os meus tios e os pais de Andreia tagarelavam sobre política e o país, eu e Fábio andávamos de volta da árvore de Natal.
            - Fábio, ainda és pior que a tua prima. Pára com isso, amor. – Advertiu divertida Andreia enquanto nos observava a tentar descobrir o que se escondia debaixo de alguns dos embrulhos. – Mariana e tu também.
            - Oh amor, tu estás aí rodinha para saber a minha prenda mas como sabes que não está aqui, não te deste ao trabalho de procurar. – Fábio fez-lhe uma careta carinhosa e continuou a sua pesquisa. – Mariana vá, desanda daqui porque tu já me estás a baralhar.
            - Ah eu estou-te a baralhar? Quer dizer, uma pessoa chega aqui primeiro e ainda tem desculpa por ser mais nova e tem de ouvir isto? Sai tu, és mais velho e tens de dar o exemplo. – Resmunguei-lhe.
            - Vocês realmente … - censurou divertida a mãe de Fábio. – Até se pode dizer que são irmãos, a mesma teimosia, e a mesma infantilidade apesar de já serem bem crescidos.
            - Eih, oh mãe essa doeu.
            - Está caladinho Fábio Alexandre, deixa isso e anda para aqui.- Fábio dirigiu-se até à mãe e deu-lhe um beijo na bochecha e fez o mesmo a Andreia. – Querida, o teu telemóvel está a tocar.
            Sorri-lhe como sinal de agradecimento, fiz uma careta a Fábio e corri até ao andar de cima onde tinha deixado o telemóvel. No ecrã, apareceu o nome que de imediato me despertou um sorriso.

(David)

            - Teimosinha, é agora que cê admite que se veio despedir dji mim? – Perguntei-lhe com um tom de acusação na voz.

- Vejamos … Como eu estou farta que você me encha o saco, eu admito. Eu vim-me despedir de ti. – Sorriu-me e levou a que todos os meus músculos se contraíssem uma vez que os seus lábios tinham depositado um beijo no meu rosto. Ela era uma gracinha quando imitava o meu sotaque.

- Davi’ onde cê tá? – Ouvi a voz de Belle vinda de dentro, ela andava à minha procura. – Davi’.
            - No jardim, Belle.- Vi o seu rosto aparecer na porta de acesso ao jardim e o seu corpo caminhou até junto do meu.
           

 

Sab | 03.09.11

coisa pouca #10

Adivinhem quem acabou de ver a primeira temporada de 90210? Adivinhem agora quem é que já vai ver o sexto, sétimo, oitavo, nono e décimo episódio da mesma temporada?

 

Resposta: (EU)

 

O que vocês devem fazer: 

Sex | 02.09.11

Plaquinha 4450

Olá leitores, é verdade. Cá estou eu para dar mais uma plaquinha e eu não me canso de repetir o quanto eu gosto de vocês e o quanto vocês me fazem bem. 

Não sei se já repararam, a nova música do blog é o tributo do Bruno Mars à Amy com a música Valerie. Eu não vi os VMA mas agora aquilo a cada hora repete na MTV. Oh pá, apanho sempre as partes boas mas a que eu queria apanhar não consigo: o tributo à Britney. Alguém tem o link do youtube? É que já procurei e não consigo encontrar --. 

 

Qui | 01.09.11

Olá Setembro.

Sei que não tenho andado muito interessada em escrever posts mas tenho andado pelos tumblr. Sim, agora a Annie tem dois e está rendida. Quer dizer, também a vontade de vir aqui não é muita: tanta gente a pedir para eu postar a one-shot e no fim pouquinhos comentários.Onde é que vocês se enfiam quando eu posto? ai ai ai ai :D

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