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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Ter | 25.01.11

Dia 10 - Algo que te orgulha

Vou voltar a postar as coisinhas deste desafio, pois já que me comprometi a fazê-lo vou fazê-lo até ao fim. Peço que vão comentando quando visitarem, sim? Beijinhos e boa semana

 

Dia 10 - Algo que te orgulha

 

 

 

 

 

Orgulho-me de ser rapariga, orgulho-me da pessoa que sou. Orgulho-me de ter as pessoas que mais me fazem feliz junto de mim, orgulho-me de ter este e o outro blogue. Orgulho-me da mãe e do pai que tenho, orgulho-me da minha avó materna. Orgulho-me de ser como sou, orgulho-me de tudo o que fiz (bem ou mal). Afinal de contas, orgulho-me de ser  EU.

Dom | 23.01.11

Dreams of Love - Capítulo XV - Este mundo deve ser um ninho

Como hoje é o meu aniversário, e como estava bem disposta e achei que vocês mereciam. Aqui está: acabadinho de sair do WORD, e bem quentinho. Este capítulo é dedicado a Andrusca, que foi ela a primeira pessoa, sem ver o post dos meus anos, a desejar-me os parabéns. Obrigada querida.

Capítulo XV – Este mundo deve ser um ninho.

 

Naquela noite, mais uma vez adormeci com um sorriso no rosto. Ter vindo morar para Lisboa estava a fazer-me muito bem, tão bem como nos bons velhos tempos. Antes de adormecer liguei a Vera e a Cátia, para matar as saudades. Os meus pais não me contactaram desde o dia da minha chegada, mas a minha vontade para o fazer também era reduzida, por isso e casmurra como sou não lhes iria ligar até que um deles o fizesse. O Ruben acabou por não me dizer quem era a Lia e Andreia fechou-se em copas, mas eu tinha e ia descobrir. Terça-feira chegou, pode ser considerado o pior dia da semana, uma vez que tenho todos os tempos preenchidos. O dia decorreu normalmente, cada vez me sentia mais integrada na turma o pior do dia foi mesmo as três peruas se resolverem a dar-me as boas vindas. A Rita, detestava a Mónica (a chefe do grupinho), disse-me que fazia a vida negra à irmã durante os ensaios e apresentações da claque. Sim, aquelas três faziam parte da claque benfiquista o que não me agradava nada. Durante os intervalos, os quais passei com Rita, Diogo e Beatriz, pensei no jantar do dia seguinte com David.

Mais do que uma vez, dei por mim a pensar nele, não na parte física mas na parte carinhosa e amiga que demonstravam não só com Ruben e Fábio, como com todos os colegas e os fãs que o abordavam.

 

 

 

***

- Nia, como vais para casa? – Rita tinha arranjado esta espécie de alcunha para mim, e por isso quando ouvia a palavra Nia sabia que era ela que me estava a dirigir a palavra.

- Autocarro Ri, e tu?

- A minha irmã vem-me buscar, podias ver connosco a tua casa fica a caminho.
- Obrigada miúda, - ela detestava que a tratassem assim.
- Não te estiques Nia, não te estiques.
- Ai que medo Ri.
Começamos a rir feitas parvas e o stor de Matemática interrompeu a aula por nossa causa:

- Mais uma dessas e vão as duas para a rua, e não me interessa que faltem cinco minutos para o toque.

- Desculpe stor. – Dissemos em conjunto.

 

 

 

Vê o look da Mariana

Sab | 22.01.11

Dreams of Love - Capítulo XIV - Corre Amorim, corre

Capítulo XIV – Corre Amorim, corre.


O resto da manhã correu normalmente, depois do furo a português e do intervalo da manhã tive Filosofia. Confirmei o que a Rita me disse, era o melhor stor que tínhamos, era super divertido e eu que não gostava nada de Filosofia, acho que passaria a gostar. Quanto às outras três, não me dirigiram a palavra e eu pessoalmente fiquei-lhes agradecida. Almocei na cantina da escola na companhia da Rita, o Diogo e a Bia (como toda a gente lhe chamava) tinham ido para casa. Como não tínhamos aulas à tarde, combinamos que passaríamos pela casa da Rita para ela me emprestar os cadernos, assim conseguia acompanhar e perceber a matéria de cada disciplina. Cada minuto que passava com ela, a nossa cumplicidade aumentava, somos as duas bastante parecidas tanto fisicamente como na personalidade. As nossas histórias eram bastante parecidas, os pais de Rita tal como os meus, pouco tempo passavam em casa e ela e a irmã foram quase “obrigadas” a crescer sozinhas. Consegui perceber, que Rita admirava a irmã, era o seu ídolo: trabalhava numa loja de roupa e pertencia a claque do Benfica, e no pouco tempo que dispunha para si, fazia voluntariado num orfanato.
- Mariana, podes levar os cadernos que quiseres.
- Obrigada, mas levo só os de português e filosofia, assim conseguido ir organizando as coisas aos poucos. – disse-lhe sorrindo e piscando o olho.
- Como queiras, queres beber alguma coisa? Sumo? Água?
- Não, obrigada.

Num momento de espontaneidade, a Rita ligou o rádio e colocou-o nas alturas, começamos as duas a dançar feitas maluquinhas, acabamos por cair as duas no chão depois de tantos saltos.

- Isto dá-te muitas vezes? – perguntei.
- Algumas, por isso habitua-te. – disse sorrindo e colocando-se de pé.

 

Sex | 21.01.11

Silent Tears

 

 

Olá leitores, decidi criar uma nova rúbrica para o blogue: Silent Tears. Essencialmente, vou falar dos vários momentos que me deixam triste, dos vários momentos em que penso derramar lágrimas mas, estas aguentam-se e ficam guardadas : interiormente.

Por vezes, preciso de me libertar, de contar a alguém o que se passa, de partilhar com estranhos e desconhecidos a minha dor, os meus sentimentos, os meus medos. Estão dispostos a ouvir-me? Estão dispostos a suportar-me?

 

A rúbrica só irá para a frente se estiverem dispostos.