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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Dom | 12.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #33

Olá a todos, bem-vindos. Aqui em baixo encontraram mais um capítulo da fic. Desculpem, qualquer erro, mas como já é tarde e tive um dia cansativo não vou poder rever. A música da semana já mudou. Beijinhos e boa leitura.

 

Capítulo #33

 

A semana passou lentamente, dormi em casa da Helen três noites mas depois resolvi voltar para casa. Afinal, não podia evitar os meus pais e o meu irmão para sempre. Taylor não me contou a conversa disse-me apenas que estava tudo normal, e que a conversa não tinha alterado em nada o comportamento dele em relação a Richard.

 

A minha semana foi um pouco rotineira, dormia quase todos os dias até às dez da manhã, levantava-me,tomava banho vestia-me, tomava o pequeno almoço e ajudava a minha mãe a preparar o almoço. O almoço decorria normalmente, um silêncio constrangedor reinava, provocado pela presença do meu irmão no mesmo sítio que eu mais de cinco minutos, a minha mãe por vezes, interrompia-o para comentar as noticias. Pela tarde, saía com Helen,James,Taylor e Edward, todos os dias íamos a sítios diferentes. Para não sermos sempre os quatro acabávamos por convidar a Rachel ou o Joseph, alunos da mesma turma de James,eram muito simpáticos e estavam sempre a propor ideias que nos preenchiam as tardes. O meu irmão andava mais animado, já não utilizava as canadianas para se movimentar e tinha feito amizade com Joshua, um rapaz que era da turma de Edward. O que me irritava mais, era que Richard fazia intenção de todas as noites, pelas oito horas e trinta minutos, se fechar no quarto e tocar piano. Cada tecla que os seus dedos tocavam, doía-me cá dentro e a vontade de estar ao lado dele a fazer o mesmo, aumentava de dia para dia, de hora para hora. A música que Richard tocava, atravessava todas as paredes da casa e perfurava os meus ouvidos, tinha de admitir, a melodia era linda e eu tinha a firme certeza que era uma composição sua.

 

Sempre tivera muito jeito para inventar e deixar escapar a imaginação através da música e fazia-o brilhantemente. Não podia negar, cada vez que o ouvia tocar uma sensação de orgulho preenchia o meu peito.


Mãe: Anne, não é melhor ires deitar-te? Já bocejas-te três vezes e pareces cansada.

 

A minha mãe estava mais simpática, no dia em que tinha voltado para casa tinha tido uma conversa séria com ela, tinha lhe dito tudo o que havia para dizer e não deixei nada cá dentro. Tudo o que estava "entalado" na garganta, durante treze anos tinha sido dito.

 

Anne: Sim é melhor. Até amanhã. - dei-lhe um beijo na testa e um na face ao meu pai e subi as escadas.

 

 

Sex | 10.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #32

Olá leitores/as, eu sei que ontem não postei e mia suma vez peço desculpa. Mas hoje vou tentar compensar com um capítulo novo, as minhas aulas começam segunda-feira e quero avisar que a partir desse dias não vou postar tão regularmente.  Beijinhos,

 

Capítulo #32

 

[Anne a narrar].

 

Acabei por ficar mais quinze minutos no parque, a encarar o rio.Estava preocupada com a reacção de Taylor, ele não gostou que eu não lhe tivesse contado e a esta hora estava a falar com Richard, várias perguntas assaltavam a minha cabeça. Não tinha a certeza do que Richard lhe diria e Taylor estava demasiado enervado para ter uma conversa decente. O meu telemóvel tocou, era Helen.

 

[Chamada]

 

Helen: Anne, é a Helen. Está tudo bem?

Anne: Sim Helen, o Taylor foi falar com o Richard!

Helen: O quê? Ele endoideceu?

Anne: Ele estava farto e queria respostas, pelo menos teve a coragem que eu não tenho Helen, encarar o Richard.

Helen: Pois , mas ele foi falar porque estava de cabeça quente. O James está-me a dizer que o Edward pediu que fosses lá a casa.

Anne: A casa deles?

Helen: Sim Annie.

Anne: Okay, eu vou já ter com ele. Beijinhos.

 

[Fim da Chamada]

 

Saí do parque e fui ter com Edward, o parque era próximo da casa dele e não foi preciso muito tempo até chegar lá. Durante o caminho tentei ligar a Taylor, mas este não atendia. Fiquei a tarde em casa de Edward, contei-lhe o que aconteceu no parque e Edward deu razão a Taylor, enfim... os homens são todos iguais.

 

Está pequenino desculpem

Qui | 09.09.10

Sorry

Olá desculpem , hoje não pude postar, tinha um post automático mas passou-se qualquer coisinha e ele não apareceu a hora desejada.

 

Amanhã compenso, prometo.

 

 


 

Qua | 08.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #31

Olá leitores/as, mais um capítulo da fic já já a seguir, ontem não pude postar.

 

Aviso: Este capítulo vai ser narrado pelo Taylor.

 

Capítulo #31

 

Agora é que ele ia ver o que era bom para a tosse, mas qual era a dele. Vir sem avisar e esperava o que? Que ia ficar tudo bem? Não,não ia. Sai o mais rápido possível do parque, e apressei o passo até há casa da Annie. Ele tinha de estar em casa e ia ouvir o que eu tinha para lhe dizer, a bem ou a mal. Não demorei muito até há entrada da casa de Annie. Abri o portão e subi as escadas de acesso há entrada principal, eu não podia desistir agora, eu ia confrontá-lo. Bati há porta, e ouvi passos, que deviam ser da mãe de Anne.

 

Mãe de Anne: Olá Taylor.

 

Taylor: Olá Mrs.Stuart. Eu precisava de falar com o Richard, ele está?


Mãe de Anne: Sim está. Entra Taylor, eu vou avisá-lo que estás aqui.


Taylor: Obrigada.

 

A mãe de Anne, subiu as escadas em direcção ao andar de cima onde ficavam os quartos. O quarto de Richard estava mesmo em frente às escadas o que me permitiu ver Richard abrir a porta e a sua mãe lhe dizer que eu estava ali, para conversar com ele.

 

Mãe de Anne: Taylor, podes subir, vocês devem ter muito para conversar e ficam mais há vontade no quarto do Richard.

 

Taylor: Sim é melhor, obrigada mais uma vez. - a mãe de Anne não imaginava o quanto eu e o seu filho tínhamos para conversar, e se as coisas se exaltassem  era melhor que a mãe de Anne não estivesse presente.

 

Subi as escadas e vi Richard na porta do quarto, fez-me sinal para entrar. Ele sabia que eu não fazia intenção de lhe dar um abraço ou um simples aperto de mão que representa-se a minha alegria por estar ali ou por ele ter regressado. Tinha de despachar aquilo o mais rápido possível, por isso iniciei a conversa.

 

Taylor: Olha eu vou ser rápido só quero mesmo saber duas coisas. - disse olhando-o nos olhos.-  Porque é que voltas-te, agora?

 

Richard encarou-me durante um minuto e sentou-se na cama e passado algum tempo respondeu.

 

Richard: Taylor eu sei que vocês não vão entender as minhas razões.

 

Taylor: Olha eu tenho muito tempo para perceber, e não te preocupes que eu sei entender o que me dizem. - disse fora de mim.

 

Richard: Eu sei que para ti e para a Anne é dificil que eu esteja cá, mas eu nestes últimos dias tenho pensado muito na merda que fiz e... - o quê? Estava arrependido era?

 

Taylor: Espera, não continues. Pensaste na merda que fizeste nestes últimos anos, espera, quantos? Treze anos!

 

Richard: Eu sei que fiz merda nestes anos, mas eu reconheço o que fiz e... - mais uma vez não o deixei terminar.


Taylor: E, e o que? Tu voltavas e nós tínhamos de estar aqui de braços abertos para ti?

 

Richard: NÃO - gritou - Não é isso que eu eu espero e sei que vocês não são assim. Tu pensas que não me custou estar separado da minha irmã este tempo todo? Pensas que foi fácil estar separado dos meus pais, não estar com eles todos os dias , pensas que foi fácil ir para LA sem conhecer ninguém?

 

Taylor: Não deve ter sido fácil, mas tu só foste porque quiseste. E não ponhas o nome na Anne, tu é que a culpas-te de uma coisa que ela não fez, de uma coisa que ninguém podia evitar.

 

Richard: Eu era uma criança eu não sabia o que estava a dizer e a dimensão das minhas palavras. Agora sei que o acidente aconteceu porque teve de acontecer.

 

Taylor: Só agora, passados treze anos é que tu tomas consciência da merda que fizeste. Sabes o que a Anne passou? Não deves ter a mínima ideia, não sei se sabes mas ela sofreu mais do que tu e disso eu tenho a certeza. Ela nunca mais cantou, nem tocou desde que foste embora, e muitas outras coisas que ela fazia e já não faz. A Anne perdeu uma parte dela quando te foste embora, agora tem andado melhor desde que o Edward apareceu na vida dela, mas ontem tu apareces-te e foi como o mundo dela desabasse de novo.

 

Richard:Eu sei que a Anne sofreu e quando cheguei a LA, tive vontade de largar tudo e voltar mas...

 

Taylor: Olha não precisas de dizer mais nada, tu és um cobarde. Não és aquele Richard que eu conheci há treze anos. Eu não quero ouvir mais nada, queres um concelho? Sai da cidade, volta para LA e deixa a vida da Anne e a minha em paz.

 

Dito isto saí, bati-lhe a porta do quarto dele na cara e desci as escadas de acesso há porta da entrada. Fui interrompido pela mãe de Anne.

 

Mãe de Anne: Taylor estás bem, está tudo bem ?

 

Taylor: Sim acho que sim...quer dizer não . Olhe esqueça, está tudo normal, sim essa é a palavra. Adeus Mrs. Stuart.

 

Mais uma vez sai, não deixei que Mrs. Stuat se despedisse, tinha de sair dali o mais depressa possível.

Seg | 06.09.10

Don't Stop Dreamig - Capítulo #30

Leitoras/es da fic, aqui vai o meu pedido de desculpas pois ontem eu não tive tempo de postar. Mais uma vez peço desculpa e aqui fica o capítulo novo.

 

Capítulo #30

 

Cheguei ao parque antes da hora marcada resolvi dar uma volta ao recinto. O parque era bastante belo nos meados do Verão, mas a minha altura preferida era o Outono. Quando as folhas começavam a abandonar as árvores e cobriam os passeios com as suas magnificas cores quentes, podem me chamar criança mas adoro trepar-lhes em cima e ouvir aquele som familiar, folhas secas ...

Fui até ao meu sítio preferido do parque, o banco de cor verde, junto ao rio com a ponte pequena há minha esquerda. Uma sensação indiscritivel,liberdade. Esta atravessava o meu corpo quando estava perto daquele lugar. Não estava muita gente no parque, como era habitual, toda a gente preferia o centro da cidade, bares,cafés, esplanadas ... eu era mais naturista.

Taylor chegou e colocou as suas mãos nos meus olhos,rápido reconheci o seu toque.

 

Anne: Taylor, chegaste.

 

Recebi logo um beijo na bocheca, e sentou-se ao pé de mim. Trazia um gelado de baunilha na mão, aquele rapaz era louco por gelados, fosse qual fosse a altura do ano, se virem um rapaz a qualquer hora do dia ou da noite com um gelado de baunilha na mão, esse era Taylor.

 

Anne: Taylor desculpa, eu devia ter te contado logo, mas eu não fui capaz. - foram as primeiras palavras que surgiram na nossa conversa.

 

Taylor: Pois devias Annie. Vê-lo sair de casa com a tua mãe hoje de manhã foi tão... estranho e doloroso.

 

Anne: Eu quando o vi entrar, ontem eu não sabia o que pensar, ainda hoje não acredito.

 

Taylor: Mas porque é que ele voltou? - perguntou-me Taylor. - Porquê agora?

 

Anne: Isso gostava eu de saber. - disse com alguma infelicidade.

 

Taylor levantou-se e encaminhou-se para as grades que nos separavam do rio, umas grades altas pretas. Vi-o apoiar os cotovelos e colocar a cara entre as mãos.

 

Taylor: Explica-me Anne, porque é que ele voltou? Quer dizer não lhe custa? Esteve treze anos separado de ti, dos pais, e mesmo assim aind tem o desplante de ia aqui como se nada fosse? Ele pensa o quê? Que vai ficar tudo bem? Ainda teve a lata de ... - Taylor parou de falar quando eu me aproximei.

 

Anne: O que é que ele fez? - senti as lagrimas a voltarem aos meus olhos. Taylor ficou ali, a encarar o rio, sem me dizer uma palavra, o que para meu desespero se prolongou por muito tempo. - Taylor, o que é que ele te fez?

 

Taylor: Ele viu-me Annie, teve a lata de me comprimentar. - disse Taylor com um mágoa reconhecível na sua voz. - O pior é que eu fiquei ali, petrificado sem saber o que dizer, apenas comprimentei a tua mãe e segui o meu caminho. Ele não pensa o quanto nos magou durante estes anos?

 

Não fui capaz de lhe responder, Taylor sabia a minha opinião. Chorei abraçada a Taylor. Se havia pessoa que sentia o que eu sentia essa pessoa era Taylor.

 

Taylor: Anne, eu tomei uma decisão, ele vai explicar-se podes ter a certeza que vai.

 

Dito isto, taylor deu-me um beijo na testa e foi-se embora. O que é que aquele rapaz ia fazer?

Sab | 04.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #29

Olá meninas ♥ , não sei como me vai sair este capitulo, hoje não estou muito inspirada. Mas cá vai:

 

Capítulo #29

 

A noite foi animada, acabamos por nos deitar às cinco da manhã. Taylor não soube da vinda do meu irmão, eu não lhe contei mas também pedi ao Edward e a Helen que não o fizessem. Eu e Helen "caímos" na cama que nem uns anjinhos. Quando acordei era meio dia e meio, não tinha nenhuma mensagem de Edward ainda devia estar a dormir que nem uma pedra, tal como Helen. Saí do quarto em pézinhos de lã para não a  acordar.

A mãe de Helen era uma querida, preparou-me um almoço especial e estivemos a conversar um bocadinho, o pai de Helen tinha saído para trabalhar, a mãe de Helen era doméstica, passava muito tempo com Helen, por isso eram tão chegadas. Depois do almoço fui ao quarto de Helen, escolhi uma roupa fresca e resolvi calçar as sapatilhas que a Len me tinha dado, coloquei o colar de Taylor, o anel de Edward e a pulseira que os pais da Helen me tinham dado, por acaso combinava com o anel e com o colar.

Olhei para o telemóvel, uma mensagem de Taylor.

 

" Porque não me contas-te? Porque não me disses-te que ele voltou? Porque Annie?"

 

Merda, ele já sabia? Devia estar fulo comigo, mas como é que ele descobriu? Quem é que lhe contou? Quem é que se tinha descozido? Resolvi mandar-lhe uma mensagem de volta a explicar-me.

 

" Taylor, eu não te contei porque sabia que ias ficar assim dessa maneira, tal como eu fiquei. Não te contei porque não te queria ver triste como eu fiquei quando o vi entrar pela porta da minha casa, porque é que achas que estou em casa da Helen a dormir?"

 

Podia ter sido injusta com ele, mas ele não me podia julgar! Ou podia? Eu só não lhe tinha contado porque não o queria ver triste e magoado como eu tinha ficado. Uma nova mensagem.

 

" Ninguém me contou Annie, mas talvez se me tivesses dito eu não tinha ficado como fiquei ao vê-lo sair de tua casa com a tua mãe hoje de manhã. Annie temos de falar, quando nos podemos encontrar?"

 

" Eu já almoçei, posso ir ter contigo quando tu quiseres, Taylor não fiques chatiado comigo, pff."

 

Era a última coisa que eu queria, ficar chateada com Taylor, não tive de esperar muito pela resposta de Taylor. O que me animou imenso.

 

" Claro que não fico chateado contigo, eu adoro-te Annie. Olha daqui a meia hora, no parque principal, beijinhos minha querida."

 

Ainda bem que ele não estava chateado comigo, Helen acordou e contei-lhe o que se tinha passado com o Taylor. Helen era da mesma opinião que Taylor, ela não gostou da ideia de Taylor não saber logo que Richard tinha voltado. Despedi-me de Helen e de sua mãe e fui em passo lento até ao parque, por um lado queria ouvir tudo o que Taylor tinha para me contar, mas por outro estava reticente...

Sex | 03.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #28

Olá Meninas !

 

Capítulo #28

 

Claro, como não me tinha lembrado antes. Eu e Edward vínhamos buscar Taylor. Edward parou o carro no parque de estacionamento e dirigimo-nos para a zona das chegadas.

 

Anne: O Taylor ainda demora muito?

 

Edward: Deve estar mesmo a chegar querida.Calma. -deu-me um beijo na bochecha e colocou-se atrás de mim com as suas mãos na minha cintura.

 

Estavamos ali há vinte minutos, já tinham chegados vários passageiros, pessoas e pessoas, muitas pessoas , muitas menos Taylor. Estava impaciente... Edward tinha ido perguntar a uma funcionária se houve algum problema com o avião de Taylor, pelo que Ed disse não se tinha passado nada, o voo estava apenas meia hora atrasado. Meia hora, trinta minutos, ali sentada a desesperar. Ed bem me tentava acalmar mas eu estava uma pilha de nervos. Alguém ia ter de contar a Taylor, que Richard tinha voltado. Eu não me sentia bem ao fazê-lo, pois sabia que ia ficar triste e tinha prometido a Edward que não ia chorar.

 

Edward: Parece que a nossa espera terminou Annie. - olhei para Edward e rápido me apontou na direcção a Taylor.

Taylor vinha já com a mala e com um sorriso enorme na cara, vinha mesmo moreno, a praia tinha-lhe feito bem. Quando achei que estava suficientemente perto para eu não ter de correr muito, levantei-me e fui ao encontro dele. Fui recebida por uns braços enormes, e com muita alegria.

 

Taylor: Minha Annie, minha pequena que saudades. - disse.


Anne: Eu é que tinha saudades tuas, para a próxima eu e o Edward vamos contigo.

 

Taylor: No próximo verão, estamos lá batidos, mas a Helen e o James também têm de vir. Não podem ficar aqui sozinhos, coitadinhos. - disse Taylor num tom de gozo.

 

Edward: Taylor, atão meu. - disse Edward dando um abraço a Taylor.

 

Taylor: Ah, aquilo lá é mesmo fixe, mas já estava com saudades do pessoal. Finalmente vocês entenderam-se.

 

Anne: Claro, e ainda bem. - disse mandando um sorriso a Edward.

 

Saímos do aeroporto já eram três horas e cinquenta, deixamos Taylor em casa e recebi um telefonema de Helen a pedir para que Edward me deixasse em casa dela... Nem Edward nem Helen me disseram o que iam dar de prenda, ou onde seria a supresa. Despedi-me de Edward e entrei em casa de Helen. Os pais dela já deviam saber o que se passava, pois não me fizeram perguntas e deram me as boas vindas dizendo que podia ficar lá em casa o tempo que quisesse. A primeira prenda que recebi foi a da mãe e a do pai de Helen : uma pulseira prateada com vários pendurantes. Agradeci-lhes, a pulseira era muito bonita e talvez a usa-se nessa noite. Jantamos, tomamos banho e fomos para o quarto de Helen arranjarmo-nos.


Anne: Len, vá lá. Onde vamos hoje há noite?

 

Helen: Não te posso contar, eu prometi ao Edward que não te contava e vou cumprir a promessa.

 

Fiz beicinho e amuei, mas consegui que Helen me contasse onde íamos.

 

Helen: Vamos ao bar que fica perto da escola, e vai lá estar toda a gente da turma e todos os nossos amigos. - disse-me Helen.- Agora não te descaias nem digas ao Edward que eu te disse, senão o James fica sem namorada.

 

Anne: Obrigada por me contares amor. E fica descansada que eu não conto a ninguém que tu me contas-te.

 

Helen: Ainda bem ! Olha - disse dando-me um grande embrulho. - toma, é a minha prenda.

 

Anne: Quantas vezes é que eu te disse para não gastares dinheiro comigo?

 

Helen: Muitas, mas eu fiz que não ouvi. - olhou-me com aquele olhos verdes que eu tanto invejava. - Vá lá , abre!

 

Anne: Ok, ok. Calma querida.

 

Abri o meu presente, rasgando o papel da melhor maneira que pude, eu gostava de guardar os papeis de embrulho. Debaixo daquele monte de papel, estava uma caixa de sapatilhas converse rosa turquesa lindas. Abraçei Helen e agradeci-lhe. O meu obrigado era de agradecimento pelas sapatilhas, mas também por todo o apoio que ela me tem dado e me dá sempre que preciso. Saímos de casa e fomos ter com Edward e James ao bar. Como Helen tinha dito, estava lá a minha turma toda, mais os nossos amigos da escola. Foi bom tê-los ali comigo. Durante a noite consegui esquecer por momentos, horas, a chegada de Richard. Passei a noite rodeada e na companhia de Edward,James,Taylor e Helen. No final da noite, recebi as prendas de Taylor, Edward e James. A de Taylor era um fio de prata com uma placa de prata a dizer: A&T, a prenda de James era o quadro daquela fotografia que eu tanto tinha gostado ( na foto eu estava de mão dada com Helen e olhava para Edward), mas a prenda de Edward foi a mais especial, um anel de prata a dizer "Amo-te". Edward, tinha-me dito que só me iria dar o anel no dia que fizéssemos um mês, mas que tinha decidido dar-mo no meu aniversário para ser mais especial. Naquela noite, tive certeza de que era com Edward que queria ficar, e que queria ter Helen,James e Taylor sempre comigo...

Qui | 02.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #27

Boa tarde meninas, aqui fica mais um capítulo ♥

 

Capítulo #27

 

Helen: Annie, querida sou eu , abres me a porta? - não tinha demorado muito a chegar, será que tinha vindo de carro? Ou o pai tinha a trazido?

Levantei-me e abri-lhe a porta, recebi logo um abraço e vi dois olhos castanhos a olhar para nós, era ele. Porque é que estava ali especado a olhar para mim, não tinha nada para fazer? Fechei-lhe a porta com toda a raiva que sentia por ele.

 

Anne: Não era preciso teres vindo, eu disse-te que queria ficar sozinha amor.

 

Helen:Pois disseste, mas eu não acreditei em ti, e para mais hoje é o teu aniversário e vais por um sorriso nessa cara, porque eu o Edward e o James temos uma supresa para ti.

 

Anne: Falas-te com o Edward? - perguntei preocupada, desde a mensagem que me tinha mandado não me disse mais nada.


Helen: Falei, ele e o James estão lá fora há nossa espera .

 

Anne: O Edward está lá fora? Eu vou ter com ele - quando me dirigi para a porta a mão de Helen interrompeu-me.

 

Helen: Ei , calma. Primeiro vamos fazer a tua mala, tu hoje dormes em minha casa! - disse-me olhando e deitando-me um sorriso.


Anne:
Obrigada - abracei-a- és a minha melhor amiga, espero que saibas disso.

 

Helen: Ai de ti que não fosse.

 

Coloquei alguma roupa numa mochila azul que costumava usar para desporto, Helen obrigou-me a por na mala um vestido curto preto alegando que tinha que o usar durante a supresa. Quando perguntei se era uma festa, Helen  limitou-se a encolher os ombros e a sorrir. Eram já nove e meia da manhã, descemos as escadas e tive de encarar os meus pais.


Mãe de Anne: Onde vais com essa mala?

 

Anne: Esta noite vou dormir em casa da Helen, e talvez nas próximas faça o mesmo. - vi os olhos do meu pai a pousarem em cima de mim, o meu pai não merecia a minha atitude mas eu tinha de sair daquele ambiente se não, não aguentava.

 

Mãe de Anne: Tu é que sabes, se é assim que queres. Vai - disse a minha mãe com uma voz que me irritou profundamente, apenas o meu pai me encorajou a ir dizendo que fazia bem e que ele estaria sempre ali para me apoiar. Richard devia estar no quarto, pois não me despedi dele nem fazia intenção de olhar mais para a sua cara.

 

Eu e Helen saímos, Ed estava encostado ao carro com o olhar impaciente dirigido para a porta. Mandei-lhe um sorriso forçado e quando estava suficiente perto dele abracei-o com todas as minhas forças, expirei o perfume dele, o único que me transmitia segurança naquele momento. Ouvi a porta da frente do lado oposto onde eu me encontrava a bater, era James que tinha resolvido sair do carro. Enquanto estive abraçada a Edward, os seus lábios encontraram o meu ouvido e disseram "Parabéns minha princesa!".

 

James: Parabéns Annie! - disse dando-me um abraço que me forçou a largar Ed, e ir ao encontro de James.


Anne: Obrigada James. Obrigada por tudo.

 

James: Não agradeças já, eu ainda não te mostrei a minha prenda.

 

Edward: Pois, mas isso fica para mais logo, agora vamos até casa da Helen, a Anne deixa as coisas e depois vamos passear.


Anne: E aonde é que vamos? - estava curiosa.

 

Edward, James, Helen: É segredo.

 

Edward fez-me sinal para que fôssemos para dentro do carro, passado pouco tempo estávamos já em casa da Helen, deixei a minha mochila no quarto dela e voltamos para junto dos rapazes. Quando me apercebi, Helen e James não vinham connosco. Mas eu estava com Edward e isso era o mais importante.

 

Edward: Onde queres ir? Afinal hoje é o teu aniversário, e eu quero aproveitar o dia contigo.

 

Anne: Hum, não sei. Só me apetece estar contigo, qualquer sitio serve. Mas será que podemos ir ao bosque? Afinal foi lá que praticamente tudo começou.

 

Edward: Porque é que teimas em ler os meus pensamentos? - disse sorrindo. - Mas tens de me prometer uma coisa?


Anne: Claro, já sabes que prometo

 

Edward: Hoje não vais chorar mais.

 

Anne: Vou tentar.

 

A sua mão entrelaçou a minha e fomos quase sempre assim durante toda a viagem. Durante o passeio no bosque, os meus lábios esmagavam a própria realidade quando tocavam os seus, era mais do que um simples gesto, beijo ou toque. Eu amo-o, e nunca o quero perder. Ficava ali para sempre com ele, não queria saber se tinha frio, se estava calor ou qualquer outra coisa.  A manhã passou a correr, Edward e eu fomos almoçar há pizzaria e há tarde fomos até há cidade mais próxima. Quando perguntei o que íamos fazer, apenas me respondeu que ia ver uma pessoa que gostava muito. Não me lembrei de ninguém, mas ao chegar ao aeroporto uma luzinha acendeu-se no meu cérebro.

Qua | 01.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #26

Olá a todos, não sei se já viram a votação da perguntinha, existem 26 votos a dizer que gostam da fic e um a dizer que já viu fics melhores. Apesar desse voto fico contente por expressarem a vossa opinião. Aqui fica mais um capítulo da fic. Espero que gostem.

 

Capítulo #26

 

Foi a sua voz doce que me chamou, os seus lábios murmuraram o meu nome e eu não queria acreditar no que estava a acontecer. O meu corpo teve apenas força para olhar para trás e seguir em frente, em direção ao meu quarto. Entrei e fechei-me lá dentro, não queria ser incomodada por ninguém. O meu dia de aniversário tinha começado mesmo mal, olhei para o telemóvel tinha quatro chamadas não atendidas de Edward e uma mensagem dele. "Meu amor, parabéns. Desculpa, não fui o primeiro mas depois de ter uma conversa quente com o meu pai, fechei-me no quarto e acabei por adormecer. Está tudo bem? Amo-te". Não estava tudo bem, eu queria Edward ao pé de mim, queria ter os seus braços em redor ao meu corpo a proteger-me de qualquer mal que me fizessem, queria ouvir as suas palavras. O meu pai veio bater a porta do meu quarto, mas eu não abri, apenas pedi que se fosse embora e que me deixasse sozinha. O meu telemóvel começou a vibrar, desta vez não era Edward mas sim Helen.

[Chamada]

Helen: Querida, parabéns.

Anne: Obrigada meu amor , - não consegui disfarçar a minha voz de choro.

Helen: Querida, porque estás a chorar? O que se passa? Onde estás? Está tudo bem?

Anne: Helen, ele voltou, os meus pais voltaram e ele veio com eles.

Helen:O quê? Mas que lata, eu vou já ter contigo.

Anne: Não é preciso querida, eu quero ficar sozinha, e tenho de ligar ao Edward, ele está farto de me ligar e já me mandou uma mensagem não quero que ele se preocupe.

Helen: Nem penses numa coisa dessas, não te vou deixar na fossa sozinha. Eu ligo ao Edward e vou ter contigo aí.

Anne: Por favor Helen, deixa-me sozinha.

Helen: Nem penses, tu não vais ficar sozinha num momento destes, veste-te e eu estou aí dentro de dez minutos. - porque é que ela insistia sempre tanto e me convencia. - Ah, isto não é um pedido, é uma ordem. Até já.

[Fim da chamada]

Helen não ia desistir, abri a janela, o dia estava quente, o sol entrou mais uma vez pela janela e bateu na minha cara. Limpei o resto das lágrimas que ainda caiam. Mandei uma mensagem a Edward: Amor, não sei se a Helen já te ligou, não está tudo bem, ele voltou... Amo-te". Enfiei-me no banho e liguei a agua quente, esta queimava me a pele mas não me importava, a dor que sentia por dentro queimava muito mais. Vesti umas calças de ganga que Helen me tinha dado pelo natal, uma t-shirt branca e calcei as minhas havaianas da mesma cor.  A campainha tocou e senti a voz de Helen a perguntar se podia vir ter comigo ao quarto. Não demorou muito a bater-me a porta...

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