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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Ter | 10.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #14

Capítulo #14

[Chamada Telefónica]

Anne: Estou?

Mãe de Anne: Anne? Filha é a mãe.

Anne: Olá mãe.

Mãe de Anne: Liguei para saber se está tudo bem e para te dizer que infelizmente não podemos (eu e o teu pai), estar aí no dia do teu aniversário.

"Uau, tanta preocupação e tão más notícias, terá ela um bom motivo para não estar cá?"

Anne: Oh ... por aqui está tudo bem. Mas não podem estar cá porque?

Mãe de Anne: O teu irmão tem consulta nesse dia e ... bem nós queríamos passar um aniversário com ele.

Anne: Pois claro. É normal, não te preocupes, eu fico bem. O Richard deve querer a família dele ao lado dele.

Mãe de Anne: Querida, não vamos falar disso agora. O teu irmão adora-te há sua maneira.

Anne: Não me queres chatear ou por de mau humor pois não? Olha não vamos ter esta conversa agora. Desculpa, mas vou desligar, tenho coisas a fazer na cozinha. Beijinhos ao pai!

Dito isto, desliguei o telefone. Não tinha paciência para as desculpas dela. O Richard foi sempre o menino preferido, o protegido e a culpa dele ter ido embora era minha. Se antes tinha dúvidas que os meus pais achavam isso, agora tinha certezas. Podem achar que fui dura com a minha mãe, mas eu não aguento isto.Ed: Está tudo bem , sweet?

Anne: Sim está.

Ed: Porque será que esse "sim está", não me convenceu?

Anne: Porque me conheces muito bem. Os meus pais não vão estar cá no meu aniversário.

Ed: Mas vê o lado positivo. Eu, o James e a Helen estamos !

Anne: Isso sim, é o lado positivo.

Agarrei-me a ele e beijei-o. Mais uma vez, os beijos dele, o simples toque dele na minha face era muito confortante, nesse momento eu e ele eramos um todo. Sim, eu tinha o homem perfeito e isso deixava-me feliz e completa.

Seg | 09.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #13

 

Como prometi, fica aqui outro capítulo da fic!

Desculpem se este é mais pequeno,

Beijinhos

 

Capítulo #13

 

     Quando virei a cara, vi James e Helen de mãos dadas. Parecia que as coisas estavam bem entre eles. Helen sorriu-me e eu percebi que a conversa tinha sido boa. Abandona-mos a escola, não tinha intenções de voltar lá. James e Helen foram no banco de trás, conversavam, ri-am e estavam muito cumplices, o que era bom. Ed ia ao volante, conduzia bem, não acelarava demais iamos a uma velocidade normal, por vezes deitava-me um sorriso, e eu retribuía. Como tínhamos falado antes fomos até há minha casa.

 

Anne: Entrem, a casa é como se fosse vossa. Eu vou lá dentro preparar o jantar.

Helen: Eu ajudo-te !

Anne: Não, tu ficas aqui com o James.

Ed: Eu vou te ajudar, ou melhor distrair.

 

    Rimo-nos todos e eu não disse que não. Era bom ter o Ed a meu lado, era bom sentir-me protegida. Começamos a fazer o jantar, comecei a preparar as coisas. Íamos jantar massa com atum, uma refeição simples e fácil de preparar, pelo que o Ed disse ele e James gostavam, como sobremesa Ed preparou uma salada de fruta, até tinha geitinho para a cozinha. Estava a mexer a massa quando umas mãos suaves me agarraram na cintura.

 

Anne: Ed! Agora não me posso distrair, queres que a massa fique mal?

Ed: Não, quero apenas que me dês um beijo.

Anne: Só um? [beijou-o]

Ed: Podemos sempre dar mais mas depois a massa...

 

Continuamos naquilo e quase se ia o nosso jantar. Eram 20h30 estavamos a jantar, estavamos animados, descontráidos e felizes.

No fim do jantar Helen foi lavar a loiça e James ajudou-a...

O telefone fixo tocou... Quem seria?

Seg | 09.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #12

Olá, como prometi ontem, hoje vou postar dois capitulos!

Ontem foi mesmo impossivel postar!

Sorry!

 

Capítulo #12

 

  Helen parecia estar mais calma. O silêncio estava presente naqueles momentos de dor. As duas sofríamos, cada uma há sua maneira, sabíamos sorrir, sabíamos chorar e o mais importante na nossa amizade é que sabíamos partilhar. Nunca tivemos segredos uma para a outra. As nossas vidas eram como diários e eu podia abrir o de Helen sempre que eu quisse-se. Aquela escola, agora antiga e degradada foi em tempos uma escola muito alegre, cheia de crianças que agora devem ter a minha idade. Foi naquela escola que eu conheci Helen, foi lá que fiz as minhas primeiras amizades, tive as minhas primeiras brigas, as minhas primeiras tristezas e alegrias, foi lá que ri, chorei, cantei, dancei, aprendi e descobri. Passavam-me várias recordações pela cabeça, enquanto vagueva pela imaginação Helen interrompeu-me...

 

Helen: O James veio contigo?

Anne: Sim, foi ele que nos avisou. Helen, ele estava muito preocupado contigo e eu contei ao Ed o motivo pelo qual tu fugiste, o James acabou por ouvir... desculpa.

Helen: Não faz mal, ainda bem que ele ouviu. Eu não ia ter coragem para lhe contar, achas que devo ir ter com ele?

Anne: Claro que sim, eu vou chamá-lo.

 

Dei-lhe um beijo na testa e sorri. Dei a volta há escola e vi Ed e James a discutirem fora do carro. Quando me viram aproximar, a discussão parou e eu informei James que Helen queria falar com ele. Mal acabei de o dizer, James correu e desapareceu do meu campo de visão. Ed estava mais aliviado, mas não me atrevi a perguntar o motivo da discussão. Ficamos de mãos dadas. Um simples toque dele fazia me sentir bem, era como se a minha vida fosse perfeita e só existiam três pessoas nela: Ed,Helen e James! Os beijos dele faziam me sentir especial, era como se eu fosse A alice no país das Maravilhas ou mesmo a Cinderela a dançar com o príncipe.

 

Anne: Achas que está tudo bem lá atrás?

Ed: Claro Annie. Eles entendem-se. Vais ver que daqui a pouco estão aqui ao pé de nós.

Anne: Jantas lá em casa, certo?

Ed: Eu não quero incomodar, Annie.

Anne: Tu és meu namorado, não incomodas. Eu quero te junto a mim! Mas se não quiseres...

Ed: Claro que quero!

Anne: Hum... ainda tenho dúvidas!

Ed beija-a.

 

Anne: Assim, acho que está  a melhorar!

Ed: Se fores sempre assim quando tiveres dúvidas avisa, é bom tirar-tas!

Anne: Parvo [ri e beijam-se].

 

Ouvimos passos atrás de nós... seria Helen e James?

Sab | 07.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #11

Obrigada mais uma vez por todos os comentários!

Beijinhos, mais um capitulo aqui em baixo!

 

 

Capítulo #11

 

Anne: James! A Helen?

James: Ela também não está aqui?!

 

Onde é que aquela rapariga se tinha metido? O que se tinha passado entre James e ela? Porque tinha fugido? Fugido?

 

James: Já revirei a cidade à procura dela, ela não está em lado nenhum e a culpa é toda minha!

 

A culpa era do James? Já não estava a perceber nada! Mandei James entrar, o Ed estava já na sala, olhava para James com um misto de preocupação mas de alívio.

 

Anne: James, porque é que dizes que a culpa é toda tua?

James: Nós estavamos na praia, estavamos a namorar, vocês sabem. Mas não íamos passar daquela fase, estou-me a fazer entender? Nós estavamos aos beijos, coisas normais, eu estava com a mão na cintura dela, e derrepente ela afastou-se pegou nas coisas delas, pediu desculpa e saiu a chorar! Sou tão estupido!

 

Dito isto deu um murro na mesa, notava-se que James estava chatiado consigo mesmo, mas eu sabia a história toda e agora eu percebia porque Helen tinha fugido! Acho que o Ed, conhecendo me tão bem, percebeu que eu sabia a história, fez-me sinal e fomos até há cozinha. Não me senti bem a contar, mas era a única maneira de ajudar a Helen. A Helen, namorou dois anos com um rapaz chamado Alan, eles davam-se bem, a Helen estava feliz e pareciam gostar muito um do outro! Acontece que um ano depois da relação começar o Alan meteu-se nas drogas e a Helen era obrigada por ele a dar-lhe dinheiro. Bem, ela aguentou aquilo muito tempo, mas toda a gente tem o seu limite, Helen queria acabar com ele, um dia quando lhe disse que queria acabar com ele ,o Alan agrediu-a e violou-a! Depois, deixou-a ao pé de um beco e fugiu. Uma senhora de idade encontrou a Helen, ela estava muito mal, ficou no hospital durante um mês. Com os exames todos, acabaram por descobrir que Helen fora violada. A Helen, não acusou o Alan, pois ele morreu no ano passado de acidente de carro.

Enquanto contei a história ao Ed, o James esteve a ouvir atrás da porta. Ficou mesmo mal. Abracei-o.

Ed: Calma puto, ela não pode estar longe!

James: Eu revirei a cidade toda e não a encontrei!

Anne: Eu acho que sei onde ela está! Ela quando está mais em baixo, costuma ir para a escola primária!

James: Mas eu passei por lá e não a vi!

Anne: Passas-te pela antiga? Nós quando éramos pequenas, andamos naquela escola. Ela deve estar lá. Importam-se de me levar lá!

Ed: Claro que não! Vamos no meu carro!

 

O  caminho foi feito todo em silêncio. Ed, deitava olhares a James que ia no banco de trás! James sentia-se culpado. Eu acho que James pensava que Helen, o confundira com Alan. Chegamos finalmente à entrada da escola!

 

Anne:  Ed ?! Importas-te de ficar aqui com o James?

Ed: Eu fico com ele. Vai lá! Nós ficamos aqui!

James: Desculpa mas eu aqui não fico! A minha namorada pensa que eu a ia.... que eu ia fazer-lhe mal, eu tenho de ir falar com ela!

Anne: James, eu acalmo-a. Depois ligo ao Ed e tu vens ter com ela ok?

 

James não estava satisfeito, mas acabou por assintir com a cabeça! Corri para trás da escola! A escola era um edificio velho, muito branco, e muito degradado! Aparentemente parecia estar vazio, mas a Helen costumava ir para a parte de trás da escola e foi para lá que eu me dirigi! Lá estava ela. Com a cabeça entre as pernas, agarrada ao cabelo e a chorar! Não me ouviu aproximar... apenas me sentei ao pé dela e ela olhou-me e abraçou-me!

 

Anne: Calma querida! Está tudo bem! Ninguém te vai fazer mal!

Ninguém pode imaginar como Helen se sentia. Eu tenho a certeza que ela ama o James, muito mais do que amara Alan, mas era impossivel esquecer! Ficamos agarradas durante muito tempo, quase dez minutos, pode parecer pouco, mas quando se está triste, os minutos parecem anos!

Helen: Eu estava com o James, e depois nós .... e eu recuei dois anos e lembrei-me de tudo e...!

Anne: Querida, o Alan não te pode fazer mal!

Ela estremecia só de ouvir o nome dele, o que era normal!

Como estaria James? Será que Ed conseguia aguentá-lo há entrada da escola, muito mais tempo?

Sex | 06.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #10

 Obrigada mais uma vez por todos os comentários!

Nao percam, mais um capitulo

fresquinho.

 

 

 

Capítulo #10

 

   Anne: Vão entrando, eu atendo e vou ter com vocês!

 

Vi Helen, olhar para mim e depois para Ed. Ed fez sinal para que fossem entrando e ele ficou. Olhei para o ecrã do telemóvel era a minha mãe.

 

  Ed: Mais tarde ou mais cedo vais ter de atender, decerteza que são boas noticias querida. Atende, ou ela desliga!

 

Não hesitei, Ed, podia ter razão.

[Chamada]

  Anne:  Estou? Mãe?

 M.A.R: Anne, está tudo bem?

"Nunca se tinha preocupado o suficiente, agora é que lhe deu para a preocupação?"

 Anne:  Sim.Há novidades?

 M.A.R: O Richard está melhor, parece que vai sair do hospital daqui a uma semana.

 Anne:  Ah.. ainda..bem! Ah! Tu e o pai vão ficar ai mais tempo?

"Quem é que eu queria enganar? Eu tinha saudades das complicações com os meus pais, afinal são os meus pais!"

 M.A.R: Anne, o teu irmão precisa de nós [quase a gritar]!

 Anne: Calma, já percebi!

 M.A.R: Bem, o teu pai manda beijinhos. Adeus

 

Não houve mais conversa, ela desligou o telefone. Argh! Fazia-me sempre aquilo.

 

 Ed: Então Anne?

 Anne: Ele melhorou, mas os meus pais ficam lá.

 Ed: Ves, são boas noticias, agora vamos para dentro, o James a esta hora já devorou três pizzas familiares.

 Anne [ri]: Ei, que exagero!

 

Entramos e vimos logo James, como Ed tinha dito, ele estava a chamar um empregado e já devia ter pedido.

 

  Ed: Puto, ainda não comeste nada?

 James: Não, mas já pedi!

 Sentamo-nos e meti conversa.

 Anne: O que pediste?

 James: Calma Annie. Eu sei que gostas. A Helen disse-me que a tua preferida era a de fiambre,queijo e cogumelos. Como todos gostamos, é a ideal!

 Ed: Annie? Óh puto , olha o esticanso!

A risada foi geral! Tive de explicar ao Ed, que o James me chamou Annie, e eu gostei do nome. E que agora aquele grupo podia-me tratar por Annie. Ai ele era tão controlador ( num bom sentido).

Comemos a pizza, o James não se importava de comer uma sozinho, mas estava a fazer-se tarde.

 Ed: Bem, Annie, nós podemos ir a pé. O bosque é aqui perto!

 James: Ok, as cinco aqui!

 

Despedimo-nos e eu e o Ed, fomo abraçados até ao bosque. Não sabia muito bem para onde ele me levava. Nunca tinha ido para aquela parte da cidade.

 

Ed: Então, nunca vieste aqui?

Anne: Não, mas a praia não é muito bem o meu sitio favorito.

Ed: O bosque é super giro, podemos estar lá, ninguém nos incomoda. Pouca gente ou quase nenhuma vai lá, como na praia!

Anne: Uma praia deserta? Não acredito! Está bom tempo, deve lá estar bué malta!

Ed: Não é uma praia muito grande. É tipo uma cascata, e depois tem um bocado de areia.

Anne: Ok ok, depois vamos lá!

 

O Ed tinha razão, o bosque era muito giro. As árvores eram altas e até havia um pequeno lago, a água era super  transparente, conseguia ver o reflexo dele. Era surreal estar ali com ele.  Acabamos por nos enconstar-mos a um pinheiro, perto do lago, quando estava com ele, não sei sentia-me super descontraída, a minha vida era perfeita.

 

Ed: Gostas?

Anne: Sim é super giro!

 

Foi uma tarde bem passada, namoramos, e acima de tudo falamos. Tornamo-nos mais próximos do que somos. Ele contou-me como me viu no primeiro dia de aulas. Disse que parecia uma rapariga super forte e acima de tudo era gira. Eu não me achava bonita, mas o Ed detesta ser contrariado. Quando estavamos a sair do bosque o meu telemovel tocou!

 

Anne: Ai que nervos, este número não para de me ligar.

Ed: Não conheces?

Anne: Não!

 

Atendi, falei e quando dizia estou? ninguém falava ... ouvia apenas uma respiração e desligavam.  Não sei o que ia na cabeça de Ed, mas que ele estava a pensar em quem poderia ser, estava!

Chegamos rápdo à entrada da pizzaria. O James e a Helen ainda não estavam lá. Esperamos meia hora e eles nada! Não valia a pena ligar, pois eu e o Ed tinhamos feito isso mais de mil vezes. Concordamos em ir para casa. Eles deviam ir  ter lá.

Pousei a carteira, em cima do sofá! Ed sentou-se e eu fiz o mesmo!

 

Anne: Vou fzer um lanche para nós, tens preferencia?

Ed: Hum, deixa-me ver, bem eu quero lagosta !

Ele era demais, ficamos quase meia hora a rir! Fui fazer umas tostas mistas, e Ed queria a todo o custo ajudar-me. Tive de o por fora da cozinha, pois para além de não me deixar concentrar, partiu um copo e as panquecas ficaram todas queimadas. consegui fazer mais algumas e chamei-o.

 

Anne: Importas-te de tirar essa cara de amuado?

Ed: Eu não estou amuado, estou preocupado com o James. Ele não atende!

Sentei-me no colo dele, a cara dele estava estranha. Os olhos mostravam mesmo preocupação! Eu comecei a remoer , será que estava tudo bem?

 

A campainha tocou ...

Era o James! Estava com olhar que não dá para explicar.. um misto de preocupação e desentendimento?

Mas o que se passava! Onde estava Helen?

Qui | 05.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #9

Olá leitoras, tudo bem?

Desculpem postar tão tarde mas nem sempre estive aqui no pc

e tive de responder aos pedidos que me fizeram no meu blog de moda!

Vamos a mais um capitulo.

 

Capítulo #9

 

Entretanto em casa de Anne...

[Anne a narrar]

 

  A noite de ontem, deu para me mostrar o que o Ed gosta de mim. Ele foi muito querido! Acabei de tomar banho, vesti umas acid jeans, um tank top, e calcei as minhas havainas. Não me decidia quais as pulseiras, acabei por enfiar umas simples prateadas. Dei um geitinho ao cabelo e desci. Fui até a sala, e peguei no telefone fixo. Liguei a Helen.

 

[Chamada]

Anne: Estou Helen?

Mãe de Helen: Não Anne, sou a Mary, a Helen está aqui ao pé de mim, eu vou-lhe passar o telefone, beijinhos querida!

Anne: Beijinhos senhora Mary.

Helen: Querida, estás boa?

Anne: Sim, mais ou menos. Queres vir até aqui a casa?

Helen: Sim, estava já a ir para ai. O James ligou-me parece que vamos dar um passeio os quatro.

Anne: Pois, então despacha-te. Beijinhos , adoro-te sweet!

Helen: Até já, estou aí em cinco minutos o meu pai leva-me. Adoro-te sweet*!

 

A Helen, era sempre assim, a despachar, não gostava muito de conversas pelo telemóvel. Até ontem à noite ela era a única que sabia do Richard. Por falar nele. Será que a minha mãe já me tinha ligado a dar novidades?

Não tive de esperar muito, mal tinha pegado numa maçã já a campainha estava a tocar, era Helen, quase decerteza.

 

Anne: Helen!

Helen: Calma, não grites, já cheguei querida!

 

Não aguentei, o Richard voltou-me à cabeça e as lágrimas teimaram e saíram de novo. Helen, abraçou-me automaticamente, não foi preciso eu contar-lhe nada, pois ela percebeu logo.

 

Helen: Foram os teus pais e o Richard de novo!

Anne: Si..m!

Helen: Pronto meu anjo, está tudo bem! Foi por isso que depois de saires com o Ed, não vos vimos mais?

Anne: Sim... eu recebi um telefonema da minha mãe ... a dizer... a dizer.. que iam para La. Nem sequer me deixou perguntar nada.

Helen: Vais ver que está tudo bem. Calma.

 

Estivemos abraçadas durante muito tempo, não era preciso conversar. Ela sabia de tudo, ela compreendia-me. O silêncio foi enterrompido pela campainha.

 

Helen: Devem ser eles.

 

Corri para a porta, lá estavam eles. Eram realmente os manos mais belos da escola, mas o Ed era o mais bonito. Claro, a Helen era da opinião contrária. Abracei Ed, e cumprimentei o James com dois beijos na cara.

 

Anne: Entra James, a Helen está na sala.

James: Obrigada cunhadinha! [riu-se e entrou, mas não se livrou de um calduço de Ed]

Anne: Ed?! Deixa-o lá, ele não disse nenhuma mentira , ou disse?

Ed: Oh, claro que não amor, mas este puto às vezes estica-se. [Beija Anne]

...

Anne: Anda, nao ficamos a porta.

 

Estava a encaminhá-lo para a sala quando ele me pôs a mão na cintura virou-me e sussorou:

Ed: Esses teus ollhos não enganam. Estiveste a chorar, hoje não é dia de chorar

 

Abracei-o e disse para não se preocupar.

 

Finalmente, quando chegamos à sala, Helen e James estavam muito coladinhos e eu tive de forçar a tosse .

 

Ed: Bem, vamos almoçar a pizzaria e depois podemos ir ou ao bosque, ou à praia.

Helen: Eu por mim ia a praia, e tu James?

James: Eu também, e tu Anne?

Anne: Eu ... prefiro o bosque, mas podemos ir à praia.

James: Não faz mal, o meu irmão sempre gostou mais do bosque, vocês podem ir ao bosque, eu e a Helen, damos um pulo à praia e depois comemos na gelataria, o que acham?

Ed: Este puto, quando quer tem boas ideias.

Anne: Por mim tudo bem , mas não lanchamos na gelataria, eu estou sozinha em casa, por isso lanchamos aqui e podemos ver um filme.

Ed-James-Helen: Na boa.

 

Rimo-nos todos, não era normal aquela sintonia. Helen foi no carro com James e eu com Ed. Ed, ligou o rádio, estava a dar uma música bonita e calma. Começou a cantar... quando a música acabou!

Anne: Cantas tão bem.

Ed: Oh, obrigada, eu gostava era de te ouvir cantar.

 

Nunca mais tinha cantado, desde que o Richard foi embora, eu nunca mais tinha cantado para ninguem.

Anne: Desculpa Ed, eu não te quero magoar, mas eu nunca mais cantei para ninguem desde...

Ed: Pronto querida, um dia quando quiseres cantas! Não à problema! Chegamos!

 

Saímos e James chamou-me.

 

James: Annie, eu fiquei com o teu telemóvel, a Helen esqueceu-se dele no carro.Tens duas chamdas não atendidas, ligaram durante a noite, mas não vi.

Anne: Obrigada, e gostei do nome que me deste: Annie!

James: Se,pre às ordens. Annie!? Ontem o meu irmão disse-me que tens alguns problemas familiares, eu não me quero meter, mas se precisares de desabafar podes contar comigo. Eu sei que não me conheces bem mas..

Anne: Obrigada é muito querido da tua parte =D

 

Juntamo-nos aos outros e derrepente quando iamos para entrar o meu télemovel tocou.

 

Gostaram? meninas na lista de links vou por quem quer ser avisada dos novos capitulos

Se quiserem comentem o capitulo e eu vou colocando beijinhos

Qua | 04.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #8

Olá, meninas! Está tudo bem?

Obrigada por todos os comentários!

Cheguei aos 100! Vou fazer uma plaquinha! E o prémio vai para?

Querem saber? Então leiam o capitulo e depois eu revelo!

 

Capítulo #8

 

   [Ed a narrar]

  Reconheci a voz da Anne, muito suave, a voz dela era típica de uma criança, mas assemelhava-se há voz que ela tinha agora. A outra voz supôs que era a de Richard. Cantavam uma música em inglês, mas não me apercebi qual era.

  A mãe de Anne e Richard [M.A.R] também estava presente na gravação e dizia:

 

M.A.R:Richard, Anne, olhei para o vosso pai.
P.A.R: Olha o passarinho!

 

  A gravação terminava ali. Não sabia o que pensar, como é possível um irmão gémeo fazer aquilo?

  Desliguei o ipod e coloquei-o em cima da mesa da sala. Fui até ao quarto de Anne, dormia, como um anjo. Era mesmo bonita. Deitei-me ao pé dela e ela pareceu ter ouvido pois deitou a cabeça no meu peito e eu acabei por adormecer.

 

...

 

Ed:Anne, querida! Acorda dorminhoca!

Anne: [Sonolenta] Só mais cinco minutos Ed!

Ed: Vá lá. Acorda são onze horas.
Anne: Ok, eu daqui a meia hora levanto-me!

Ed: Wéi, acorda! Levanta-te. Temos um dia lindo pela frente, e eu quero ir passear.
Anne: Onde?

Ed: Só te digo depois de te levantares!

Anne: Que mau! [a rir]

Ed ri

Anne: Mas eu também sei ser má!

Ed: Ai sabes?

Anne: Não me levanto enquanto não me deres um beijo!

Ed: Mas isso não é ser má. [Beija-a]

Anne: Agora está melhor mas não chega!

 

[Beijam-se algum tempo]

 

Anne:Deixas-te me sem ar, menino Ed! Mas tiveste sorte porque eu já estou bem desperta. Vou tomar banho!

Ed:Eu vou até casa, tomar banho, mudar de roupa e por a guitarra. Achas que posso convidar o puto e a Helen?

Anne: Claro! Mas eles andam certo?

Ed: Sim, ontem acho que passaram a noite juntos. Bem, vou andado. Olha a Helen, tem o teu telemóvel, por isso eu falo com o James e vimos todos ter aqui, ok?

Anne: Sim amor!

 

[Ed coloca as mãos na cintura de Anne, e beija-a apaixonadamente]

 

Ed: Juízo enquanto eu não estiver aqui!

Anne: Sim paizinho lindo ! [ri e pisca-lhe o olho]

 

...

 

Corri até casa, e encontrei o James, com a mesma roupa do baile.

 

Ed:Atão puto, a noite foi longa!

James: Foi, mas não fui eu que cheguei a casa agora não é maninho!?

Ed:Oh, a noite não foi das melhores, mas estou com a Anne e não posso pedir mais nada!

James: Mas passou-se alguma coisa contigo ou com a Anne?

Ed:Agora está tudo bem, a Anne tem alguns problemas familiares graves, mas eu não te posso contar sem a permissão dela, entendes puto?

James: Ok, na boa! Que vais fazer a tarde?

Ed: Olha, eu estava a pensar que tu, eu, a Helen, e a Anne, podíamos ir almoçar a pizzaria, e depois iamos dar um passeio pela floresta ou mesmo até a praia!

James:Fixe puto. São onze e meia, ao meio dia eu ligo a Helen! Agora vou tomar banho !

Ed: Olha olha ... eu puto? Báh, vai lá eu vou fazer o mesmo! Ao meio dia quero te pronto, demoras eternidades!

 

James não ouviu pois já estava no quarto , a preparar as coisas. Cada um tomou banho e se despachou rápido!

 

Enquanto isso na casa da Anne...

 

 

O capitulo acaba aqui. Então vou revelar a vencedora da plaquinha!
A Renata, uma amiga minha, e gerente de um blog de moda fez o comentário

A próxima será no comentário 200. Continuem a comentar.

 

Ter | 03.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #7

Obrigada mais uma vez, pelos comentários.

Gostava que quem pudesse divulga-se a fic!

Beijinhos, agora vamos a mais um capitulo!

 

Capitulo #8

 

[Anne a narrar]

 

Eu não conseguia contar todo aquele pesadelo sem derramar uma lágrima, para mim não era fácil. O Ed, deve estar chocado, eu não paro de chorar, mas eu acho que ele me percebe.

 

Ed: Pequenina,se não quiseres contar mais , não faz mal. Eu percebo-te! É normal!

 

Anne: Desculpa estar a chorar, mas para mim é complicado,mas eu tenho de contar ,

 

Ed: Ok, tu é que sabes, eu estou aqui para o que precisares, já sabes isso!

 

[Beijou-me mais uma vez como se fosse a ultima coisa uqe ele fizesse naquela madrugada, estava com ele, o que podia pedir mais?]

 

Anne: Como eu estava a dizer, eu não sabia o que fazer... até que ... ganhei coragem e cheguei ao pé do Richard. Ele estava ... incosciente... e estava a perder muito sangue. Tinha medo de o abandonar, tinha medo que lhe acontecesse alguma coisa. Comecei a chorar e gritei por socorro, por milagre a minha mãe  e o meu pai ouviram, depois não me lembro de muita coisa, apenas que veio uma ambulância e de um dos médicos dizer que ele estava muito mal. Fiquei em estado de choque, aquelas imagens não me saiam da cabeça. Ainda hoje, parece que todos os dias , relembro aquele carro, a atropelar o m....eu irm....ão. O Richard ficou em coma quatro meses, nesses quatro meses, eu dormia no hospital com a minha mãe ou com o meu pai. Os meus pais queriam que eu fizesse a vida normal, que ficassem em casa com um deles, ou com os vizinhos enquanto eles iam ao hospital, eu nao conseguia, era o meu .... o Richard,que estava mal e eu sentia me culpada. Não falava com ninguém, os médicos disseram que tinha entrado em choque mas que um dia recruparia a vontade de falar.

 

Ed:Bem que história, [abraçou-me]

 

Anne: Depois desses quatro meses, o Richard acordou, numa manhã de inverno! Eu tinha dormido agarrada à mão dele, quando o Richard acordou olhou para a minha mãe e perguntou o que eu estava ali a fazer? Gritou para que eu desaparecesse dali, eu era a causadora daquilo tudo, nunca mais me queria ver a frente! Sabes as crianças são malvadas. Fiz o que ele me mandou [ chorava cada vez mais]. O richard voltou para casa duas semanas depois e o ambiente em casa não era o melhor, estavamos sempre a discutir [no momento em que ele acordou eu recuperei a voz], os meus pais não demonstravam de que lado estavam , mas eu percebi que eles estavam do lado dele. Ele disse que a culpa era minha e eu tambem me sentia mal, se eu não tivesse insitido para ele comigo brincar, não o tivesse provocado ele não estava assim.

 

Ed: Pronto, já passou. Eu não quero que te sintas culpada. Tu não tiveste culpa nenhuma, o que tem de acontecer acontece. Sim? Agora acho que já percebi tudo. O teu irmão foi viver com a tua tia para LA, e nunca mais veio cá?

 

Anne: Não, e neste ultimo ano foi lhe diagonistaco uma doença qualquer nas pernas, ele tinha risco de ficar parapelégico, mas cosegui ser operado. Não percebi porque é que a minha mãe e o meu pai foram para lá, por isso é que eu perguntei por ele, mas eles nao me responderam. Eu tenho a certeza que eles me culpam. Eu sei que sofrem por não ter o filho ao pe deles, mas eu tambem sofro caramba. Eles sempre gostaram mais dele, no ultimo na natal, eles foram passar o natal a LA, eu fiquei cá, ia passar o Natal sozinha mas a Helen e os pais foram muito amvaveis e eu passei o natal com eles. Só a Helen é que sabe da história, és a segunda pessoa a quem conto isto.

 

Ed: Obrigada por me contares, e eu tenho a certeza que os teus pais também te amam muito, e que um dia tu e o teu irmão se entemdem. Não penses mais nisso pff ! Está tudo bem ! Eu tenho uma coisinha para ti ! Eu não sei se está bem , mas eu fiz como sabia, se não gostares diz!

 

[ Vi o Ed buscar a guitarra, sentare-se no chão e começar a cantar.]

 

 
Nunca ninguem me tinha cantado uma canção! Comecei a chorar!
Anne: Que lindo! Obrigada ! Amo-te. [corri para os braços dele e beijei-o]
Ficamos o resto da noite abraçados, acabei por adormecer no ombro dele.
[ Ed a narrar]
Peguei nela ao colo, e subi as escadas até ao quarto dela, a luz ainda estva acesa, deitei-a na cama e fechei a luz e a porta da varanda. Deitei me ao pe dela e fiz lhe festas no cabelo. Como era possivel que uma menina, pudesse ser tão frágil por dentro, e parecer tão forte por fora. Como era possivel o idiota do irmão dela faze-la passar por aquilo tudo. Resolvi ir até a cozinha e beber um copo de água. O ipod dela ainda estva ligado. Coloquei os phones nos ouvidos e ouvi a voz de duas crianças a cantar!