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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Sab | 28.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #21

Olá meninas, um novo capitulo já a seguir.

 

Capítulo #21

[Anne]

Edward: Então, o que achas da minha casa?

Anne: É mesmo gira. Adoro a cor.

Edward: Pois, desde a ultima vez que vieste cá, o meu pai mandou pintar a casa.

 

Pois, a casa realmente tinha mudado, estava mais alegre. A cor salmão era das minhas preferidas.

Dei a mão a Edward, gostava de sentir os meus dedos entrelaçados aos seus, quando o fazia uma sensação de confiança e proteção invadiam o meu corpo, era mais que um gesto simbólico não existe explicação.

 

Edward: Vamos?

Anne: Claro - deitei-lhe um sorriso e ele devolveu-me mostrando o meu preferido.- A tua mãe já está há porta.

Vi Edward olhar para a porta de entrada, como eu tinha dito,estava uma senhora, mais baixa que Edward e James. Devia ser da minha altura, tinha cabelos castanhos, lisos pelo meio das costas. O seu rosto transmitia desde logo simpatia, era realmente muito parecida com James. Fomos avançado até ao encontro daquela senhora.

 

Edward: Anne, está é a minha mãe.

Anne: Olá Mrs. Jones. - disse eu com um sorriso.

Mãe de Edward e James: Olá Anne, Mrs.Jones não, para ti é Elisabeth. - retribui-me o sorriso e deu-me dois beijos , um em cada face.

Anne: Vou tentar habituar-me. - prometi.

Edward: Então mãe eu não te disse que ela era bonita? - olhei embaraçada para Edward, o que lhe tinha passado pela cabeça. Já me sentia a corar.

Mrs. Elisabeth: Sim,soubeste escolher querido. Tens aqui uma namorada muito simpática e bonita. - aptecia-me gritar para que parassem com os elogios, mas assim ia deixar de ser simpática, certo?

Anne [envergonhada]: Oh obrigada, a senhora Jones .... - vi Mrs. Elisabeth olhar para mim - quer dizer ... a Elisabeth é muito simpática.

Mrs. Elisabeth: Simpática? Realista minha querida.

 

Estávamos já dentro de casa, fomos para a sala e Edward fez sinal para que eu me sentasse ao lado dele no sofá que se encontrava em frente há televisão. Elisabeth estava a acabar o almoço na cozinha, eu bem me tinha oferecido para a ajudar mas sem sucesso. Nem a mesa me deixou por. Edward levantou-se e foi até há cozinha para ver se o almoço ainda demorava muito. Ouvi algum barulho vindo da cozinha, era Elisabeth e Edward a falarem. As noticias da hora de almoço tinham acabado de começar. Um grande incêndio numa floresta próxima de Seattle, nada que nos preocupasse pois nós morávamos a 100 km dessa cidade. Edward apareceu junto há porta da sala.

 

Edward:Princesa, o almoço está pronto. - sorriu-me e veio ao meu encontro, esticou a sua mão para que eu a segurasse enquanto ele me encaminhava para a sala de jantar, assim o fiz.

Elisabeth: O Edward disse-me que adoravas lasagna.

Anne: Sim, gosto muito. - era um dos meus pratos favoritos, afinal quem é que não gosta de lasagna?

Elisabeth: Chega-me o teu prato querida para eu te servir, sff .

Depois de estarmos todos servidos, provei a lasagna. Estava divina. Elisabeth cozinhava muito bem, Edward devia aprender mais com ela, pois ele só se "safava" com receitas fáceis.

Anne:Está muito bom Elisabeth, cozinha muito bem. - disse deixando um leve sorriso.

Elisabeth: Obrigada querida, parece que o curso de cozinha italiana serviu para alguma coisa.

 

Edward sorriu, devia haver uma grande história sobre aquele curso. Durante o almoço fomos conversando, sobre a minha relação com Edward, e o momento mais engraçado da conversa foi quando Elisabeth disse a Edward que se me magoasse, tinha de se haver com ela. A minha "sogra" era muito animada e pareceu gostar de mim. Tinha feito uma amiga e senti que quando tivesse um problema, Elisabeth seria uma boa ouvinte e conselheira. Claro, que o tema da Universidade foi falado. Ainda tinhamos metade do Verão pela frente, mas em breve eu e Edward íamos receber as respostas das Universidades. Eu ia seguir medicina, e ele ia seguir a vida jucial. Não imaginava Edward vestido a rigor num julgamento, pronto para defender uma vitima, ou um culpado. No fim do almoço consegui convencer Elisabeth a sentar-se no sofá enquanto eu e Edward limpávamos a cozinha.

 

Em principio ainda posto o capitulo 22, hoje.

Qui | 26.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #20

Depois de uma paragem longa [desculpem-me] vem aqui um grande capítulo da vossa fic preferida (espero).

 

Capitulo #20

 

 

[Edward]

 

A minha resposta não a tinha convencido, mas eu não podia dizer. Anne, não podia saber que um piano preto estava agora no quarto de Richard. Talvez fosse o piano que Anne tinha partilhado com Richard quando eram pequenos, esse piano estava agora no quarto de Richard. Ela tinha reagido mal quando viu o meu, como reagia ao ver aquele que era dela. E porque? Porque um piano para o quarto de um rapaz que nem sequer morava cá. Uma ideia assaltou a minha cabeça... não,não podia ser.

 

Anne:O que estás a pensar amor?

Edward: Nada de interessante, meu bem. Ideias malucas.

Anne: Oh ok.

Edward: Podiamos ir até lá casa agora. Conhecias já os meus pais e almoçavas lá.

Anne: Edward, eu não quero incomodar, e a tua mãe nem sabe que vamos lá.

Edward: Não sejas tonta, a minha mãe queria que eu te viesse buscar ontem há noite, quando o James falou de ti, e ela vai almoçar sozinha porque o James foi almoçar com a Helen.

Anne: Pronto vamos lá. Mas o teu pai não vai almoçar em casa?

Edward: Não, ele fica na clinica há hora de almoço. A minha mãe só trabalha no fim do mês, por isso durante este tempo fica sempre sozinha há hora de almoço, ou então eu e o James almoçamos com ela.

Anne: Ok então liga a tua mãe, e eu vou só lá em cima buscar a minha mala e um casaco.

Edward: Ok amor. [Beijei-a apaixonadamente]

Anne: Tenho de ir buscar mais vezes a mala e o casaco.

[Rimo-nos]

Edward: Tens beijos destes sempre que quiseres princesa.

 

Não fiquei satisfeito com a ideia de ela ir lá acima. Ela podia entrar no quarto do irmão e ia ver o piano. Mas se eu a tivesse impedido, ela ia desconfiar, e a casa era dela. Mas a história do piano estava mal contada. Um piano, para um quarto onde ninguém dormia? Será que Richard vinha passar uns dias com a familia? Não, não podia ser. Se ele viesse , o mundo de Anne ia desabar completamente. Marquei o numero de telémovel da minha mãe mas ela não atendeu, então liguei para o telefone fixo. Não demorou muito a atender.

 

[Chamada Telefónica]

Mãe de Edward: Estou?

Edward: Mãe sou eu o Ed.

Mãe de Edward: Diz querido, está tudo bem?

Edward:Sim mãe, está tudo bem . Olha achas que posso levar a Anne a almoçar ai?

Mãe de Edward: Claro que sim, eu estive para te ligar porque ia almoçar sozinha. Mas depois calculei que estavas com a Anne e não quis incomodar.

Edward: Obrigada mãe, oh podias ter ligado. A Anne obrigou-me a ligar-te para perguntar se não incomodava.

Mãe de Edward: Já sabes que as tuas namoradas ou amigos nunca incomodam, mas fizeste bem em ligar. Demoram muito?

Edward: A Anne foi buscar a mala e o casaco, e vamos já para aí.

Quando acabei de dizer isto vi Anne a descer as escadas.

Edward: Mãe a Annie, já está despachada daqui a dez minutos estamos aí.

Mãe de Edward: Ok querido, pergunta só a Annie se gosta de lasagna?

Edward: Sim mãe , eu sei que ela é doida por lasagna. Até já.

Mãe de Edward: Ok, até já querido. Beijinhos

[Fim da Chamada]

 

Anne:Então não incomodo?

Edward: Claro que não. A minha mãe está mesmo ansiosa para te conhecer.

Anne: Então vamos?

Edward: Claro.

Dei-lhe a mão, e com a outra puxei os seus lábios para juntos dos meus. Eram bom beijá-la, era bom senti-la feliz. Quando a beijava o seu ritmo cardíaco disparava e o meu também. Nunca tinha sentido a necessidade de estar sempre a tocar numa pessoa. Nunca tinha sentido o verdadeiro significado da palavra "amo-te", antes de estar com Anne. Ela fazia parte de mim e fazia-me bem. Eu amava-a e não a queria ver sofrer. Tinha de descobrir se Richard vinha para a cidade.

Edward: Vá vamos princesa.

Anne: Vamos, não quero deixar uma má impressão há tua mãe.

[ri] Edward: Não te preocupes com isso.

 

Abri-lhe a porta do carro, e segui até ao meu lugar. A viagem não era demorada, fomos conversando sobre a minha familia. Durante o almoço não queria que a minha mãe falasse da familia de Anne. Anne não se sentia há vontade e eu tinha a certeza que o irmão dela ainda fazia parte da palavra familia. Tinha de tentar avisar a minha mãe antes que a conversa viesse a baila. Vimos vários colegas nossos, durante o caminho. Até encontramos a senhora Smith, funcionária da nossa escola. Eu detestava aquela mulher, era tão irritante. Desde que me tinha apanhado a saltar uma janela para ir buscar o telemóvel há sala, nunca mais me olhou com bons olhos. Chegamos rapidamente há minha casa.

 

Edward: Então, o que achas da minha casa?

Anne: É mesmo gira. Adoro a cor.

 

 

Qui | 26.08.10

Olá meninas, voltei!

Voltei meninas! Hoje pela noitinha vão ter um capítulo gigante da vossa fic. Espero que passem por cá !

 


Qui | 19.08.10

Olá

Olá a todos os visitantes. Vou dar-vos uma noticia tristinha, Nestes dias não vou poder postar capitulos. Mas quando voltar eu juro que compenso :D

 

Beijinhos, e desculpem.me

Ter | 17.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #19

Bem, aqui está um novo capítulo.
Espero que gostem.

Beijinhos

 

Capítulo #19

 

Maldita campainha. Estávamos tão bem, Edward tentou que eu não me levanta-se, tentou colar os seus lábios aos meus.Era quase impossível resistir, mas teve de ser. Levantei-me e fui abrir a porta, Edward segui-me até há porta. Quando a abri, um homem estava a conferir uns papeis e olhou-me:


Empregado: Oh, olá. Você deve ser a filha do casal Stuart.

Anne: Sim, sou eu.

Empregado: Bem, nós somos da agência de mudanças, vimos trocar a mobilia de um quarto.

Anne:Sim, eu sei, Eu indico-vos o caminho.

Empregado: Obrigada.

 

Mostrei o quarto e fui para a sala com Edward. Ligamos a televisão e andávamos sempre a mudar de canal.

 

Anne: Estás farto de estar aqui,amor?

Ed: Claro que não, nunca me farto de estar contigo.

Sorri-lhe e encostei a cabeça ao ombro de Ed, não sei quanto tempo me fez festas no cabelo , mas acabei por adormecer. O sonho acabou por ser atribulado, sonhei que Ed estava num penhasco e que ia matar-se. Eu corria, e gritava mas ele não me ouvia. Acordei sobressaltada, a gritar por Ed. Ed não estava ao pé de mim, chamei mas ninguém respondeu. Corri até há porta e ele estava lá a agradecer aos empregados. Quando fechou olhou para mim e disse:

 

Ed:Annie estás bem? Estás muito pálida.

Uau que grande elogio, mas ele estava lá era o que importava.

Anne: Tive um sonho horrível, tu ... tu ias matar-te! - engoli em seco- e eu gritava e tu não ouvias.

Abraçou-me e passou a mão no meu cabelo.

Ed: Está tudo bem, eu estou aqui e não me vou matar.

Voltei a beijá-lo, muito lentamente como na cozinha, senti as mãos dele descerem do meu cabelo até há minha cintura. Dei passos para trás até chegar ao sofá, deitei-me e não nos separamos, não sabia o que ia acontecer a seguir. Coloquei as minhas mãos na cintura de Edward, era perfeito. Edward separou o beijo lentamente e beijou o meu pescoço, eu sabia que não era altura certa para avançar e então Edward proferiu:

 

Ed:Não tenho pressa, o que tem de acontecer acontece. Ainda é cedo.

Anne: Eu ainda não estou preparada, desculpa

Ed: Eu não quero forçar-te a nada, quando tiver de acontecer acontece.

Anne: És especial, e sim quando tiver de acontecer acontece. As mudanças correram bem?

Ed: Sim, não te preocupes. Ainda bem que adormeceste.

Anne: Porque dizes isso?

Ed:Nada ...

 

Fiquei desconfiada, aquela resposta de Ed não convencia ninguém. O que se teria passado, Edward ficara estranho.

 

[Edward]

 

A minha resposta não a tinha convencido, mas eu não podia dizer. Anne, não podia saber que um piano preto estava agora no quarto de Richard. Talvez fosse o piano que Anne tinha partilhado com Richard quando eram pequenos, esse piano estava agora no quarto de Richard. Ela tinha reagido mal quando viu o meu, como reagia ao ver aquele que era dela. E porque? Porque um piano para o quarto de um rapaz que nem sequer morava cá. Uma ideia assaltou a minha cabeça... não,não podia ser.

Seg | 16.08.10

A plaquinha da Constança

Olá people. Desculpem, hoje não vou postar, estou toda partida de ter ajudado a minha tia com as mudanças para a casa. Subi escadas mais de duzentas vezes hoje. Bem, mas parece que valeu a pena pois tive uma ideia para uma nova fic.

Mas cada coisa a seu tempo. Amanhã vou tentar acordar cedo, para organizar a Don't stop dreaming, e o meu blog de moda, para

O Especial Regresso ás Aulas!

 

Beijinhos, deixo-vos com a plaquinha realizada por mim, para a menina Constança que fez o comentário 200 no blog.

 


Dom | 15.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #18

Olá, tenho tido poucos comentários!

Não estão a gostar?

 

Capitulo #18

 

Nestes últimos dias tinha pensado muito nele. Sentia a sua falta, todos os dia. Quando estava com Edward, a sensação de vazio era mais pequena. Edward fazia me sentir completa, ou pelo menos, quase completa. Eu amava Edward mais do que qualquer pessoa, mas o lugar para Richard, esse estava sempre presente no meu coração.  Apesar de poder estar um bocado mais na cama, resolvi levantar-me, não iria conseguir voltar a adormecer. Olhei para o telemóvel, tinha recebido uma mensagem de Edward durante a noite, mas só a tinha visto hoje de manhã.

 

" Princesa, mais uma vez peço desculpas por não termos jantado. Quando acordares liga-me, a que horas for. AMO-TE"

Conseguia por me com um sorriso logo de manha, não queria ligar-lhe ainda era muito cedo. Li a mensagem de novo. De certo que iria ficar chateado, se eu não lhe ligasse.  Marquei o número e passado dois toques ele atendeu.

 

[Chamada]

Ed: Princesa...

Anne: Ed

Ed: Acordas-te muito cedo.

Anne: Sim, a minha mãe ligou-me vêm mudar a mobília do quarto do Richard.

Ed: Agora?

Anne: Por volta das dez horas.

Ed: Então toma um banho rápido e vamos tomar o pequeno almoço juntos.

Anne: Edward, tenho de ficar em casa, vem cá ter e tomamos cá o pequeno almoço.

Ed: Ok, quanto tempo precisas?

Anne: Dez minutos ... não, tens de me dar quinze.

Ed [ri]: Ok, até já princesa.

Anne: Até já .

Quando ia para desligar ouvi a voz dele chamar.

Ed: Anne?

Anne: Sim.

Ed: Amo-te.

Anne: Eu também, e muito.

 

Corri para a casa de banho, tomei um banho rápido. O guarda roupa era o mais complicado, limitava me por umas jeans, umas all stars e uma t-shirt. Fiz torrada, chocolate quente e panquecas. Passado pouco minutos a campainha tocou. Corri, eu queria vê-lo, precisava de senti-lo.

Abri a porta, e lá estava ele. Lancei-me para os braços dele, beijei-o até ficar sem folgo. Abracei-o, cada minuto sem ele, era uma tortura, uma grande tortura.

 

Ed: Também estava com saudades.

Anne: Desculpa se te deixei em folgo.

Ed: Era essa a intenção.

Voltamo-nos a beijar. Entramos de mãos dadas, e sentamo-nos na cozinha. Insistiu tanto que tive de me sentar no colo dele e comportar-me como uma bebe, levava-me a comida a boca. Não adiantava faze-lo parar, ele não parava.

 

Ed: Ontem, contei aos meus pais que tinha namorada.

Anne: Contaste? Eles perguntaram alguma coisa?

Ed: Sim, e sabes o que eu lhe disse?

Anne: Não, mas vai ter de me contar.

 

O rosto dele inclinou-se até ao meu ouvido, os olhos dele fecharam-se e com os lábios perfeitos murmurou: Disse que tinha a melhor namorada do mundo, a pessoa que me põe a sorrir logo de manhã, a pessoa que faz este rapaz ser feliz.

Não estava a espera daquela resposta, encostei a cabeça no ombro dele, e beijei-o.


Anne: E tu, és o namorado perfeito. És a unica razão de eu querer continuar ... aqui.

Ed: Os meus pais querem te conhecer.

Anne: Quando?

Ed: Calma,eles são muito engraçados. Vão gostar logo de ti e vais sentir-te à vontade. Fica descansada, eles não são do tipo de pais que organizam logo o casamento.

Anne: [ri], então vamos lá quando quiseres.

 

Senti as mãos dele na minha cintura, coloquei as minhas na nos braços dele, e os nosso lábios tocaram-se, mais uma vez. Mas desta foi diferente, muito lentamente, como se quiséssemos sentir cada segundo daquele beijo, como se aquele beijo fosse a unica maneira de eu e ele nos podermos expressar, podermos dizer o quanto nos amávamos sem proferir a palavra amo-te. Só a campainha interrompeu aquele momento. Olhei para o relógio, eram dez horas, como o tempo passa quando estamos com a pessoa que nos faz feliz.

Sab | 14.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #17

Ontem não tive tempo de postar, desculpem --'

Espero que gostem deste capitulo

Beijinhos

 

Capítulo #17

 

Foi uma tarde bem passada, James tinha prometido que me mandava as fotos para o mail. Ao entrar em casa dirigi-me até ao sótão e fui buscar um quadro de cortiça.Tinha intenção de imprimir todas as fotos e coloca-las a vista no meu quarto.

Antes de ir tomar banho recebi uma mensagem de Ed:

 

" Annie, querida desculpa. Os meus pais chegaram hoje de supresa, o James já avisou a Helen, hoje não podemos jantar. Temos de jantar com eles. Amo-te, não fiques chateada."

 

Claro que não fiquei chateada, era normal os pais quererem estar com eles. Mandei a seguinte mensagem a Ed: "Edward Thomas, claro que não fico chateada, é super normal ele quererem estar com vocês. Beijinhos, amo-te"

 

Resolvi ligar o computador, há imenso tempo que não vagueava um bocadinho na net. Quando liguei o chat, a Abbie estava lá. Abbie era uma prima minha que morava em LA. Conversamos durante algum tempo e ela acabou por dizer que Richard e os meus pais tinham estado em casa dela. A partir daquele momento a conversa ficou insuportável, ela falava falava falava, e eu limitava-me  a ler. Despedi-me e desliguei o computador. Como seriam os pais de Ed? Seriam compreensivos? Seriam os melhores pais do mundo?

 

A noite decorreu calma e chata, acabei por tomar apenas um copo de leite, não tinha muita fome. Passei a noite a ver televisão e acordei a meio da noite com uma dor de costas horrível. Fui até ao quarto, vesti o pijama e adormeci. Os meus sonhos foram muito confusos, sonhei que estava no meio do bosque que Ed me tinha mostrado, estava perdida, gritava e ninguém me ouvia.

Eram oito da manhã quando o meu telemóvel começou a tocar, mas quem seria aquela hora da manhã?

 

[Chamada]

Annie [ensonada] : Estou?

Mãe de Anne: Anne, sou eu a mãe. Acordei-te?

Annie:  Já viste que horas são? São oito da manhã, eu estou de férias

Mãe de Anne: Pois ... desculpa não olhei para as horas. É só para te dizer que hoje vão mudar a mobilia do quarto do Richard.

Annie: Porque?

Mãe de Anne: [embaraçada] Não te preocupes com isso...

Annie: Ok, como queiras. A que horas vêm?

Mãe de Anne: Devem chegar aí por volta das dez horas. Não saias de casa até eles se irem embora, é só uma precaução.

Annie: Esta bém, já sabem quando voltam?

Mãe de Anne: Ainda não, o teu pai está a mandar beijinhos.

Annie: Também para ele. Mãe vou ter de desligar , adeus.

 

Não queria alargar mais a conversa, tinha ficado intrigada. Mudar a mobilia do quarto de Richard? Mas porque? Ela não estava assim tão velha, esta aliás em bom estado. Quando era pequena costumava escapar-me para lá e dormir ao lado de Richard. Quando este se foi embora, fazia o mesmo todas as noites mas, não o encontrava. Uma sensação de vazio percorria o meu corpo cada vez que entrava lá, ele não estava onde devia estar, ele não tinha crescido comigo...

Qui | 12.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #16

Obrigada por todos os comentários!

Podem me fazer um favorzito?

Divulgam o blog, aos vossos amigos e nos vossos blogs?

 

Capitulo #16

 

Um... piano. Um piano lindo, preto. Como era possível eu não ter reparado nele? Os meus olhos tinham o visto, pois era impossível não reparar nele quando se entra no quarto, o meu corpo e a minha mente é que não queriam vê-lo. Naquele momento, o meu corpo não me pertencia, o meu cérebro não dava ordens para que ele se mexesse. A última vez que tinha visto um, que tinha estado tão perto de um, fora há treze anos atrás. Quando Richard se fora embora, eu nunca mais tinha tocado no nosso piano. Os meus pais sempre nos tinham influenciado para a música, éramos bastante bons ao piano e há guitarra. Mas a minha vontade de tocar era só quando ele estava presente, era como se fosse só uma coisa nossa, um só tocava quando o outro estava presente, o que mais gostávamos de fazer era tocar em conjunto.Quando ele se foi embora, os meus pais tinham vendido o piano. E agora, eu estava no quarto da pessoa que mais amava no mundo, sozinha com um piano. Levantei-me da cama, finalmente, dei dois pequenos passos e aproximei-me do piano. Estiquei a minha mão para lhe tocar, mas não consegui. Era um sentimento forte demais, era uma estranha sensação. As lágrimas percorreram a minha face, na minha cabeça via as imagens de dois meninos, muito idênticos, sentados num banco preto, a tocar piano. Ao lado deles, os pais muito animados, a ouvir os seus rebentos, com lágrimas de orgulho. Devia estar a dez centímetros do piano de Ed, eu nunca soubera que ele tocava piano, tínhamos mais coisas em comum, eu sabia tocar guitarra e piano tal como ele, mas ele tinha vontade de tocar e eu não tinha motivos para o fazer. Deixei-me cair no chão, coloquei  os meus braços entre as minhas pernas, e a minha cabeça entre os joelhos, e simplesmente chorei. Chorei por não ter uma infância feliz, por não ter o meu irmão a meu lado, chorei por não ter sido feliz, chorei apenas e só pela simples necessidade de chorar.

Ed apareceu no quarto, alguns minutos depois. Viu-me sentada no chão e foi ter comigo.

 

Ed: Anne? Annie, o que se passa? Porque estás a chorar?

Anne: Abraça-me e diz que me amas!

Ed: Anne, és a pessoa a quem mais quero neste mundo, e não digo isto só porque me pediste.

 

Ed abraçou-me, ele devia estar confuso. Consegui recomporme e contei-lhe a minha história. Ele abraçou-me.

 

Ed: Pode ser uma má iniciativa da minha parte, mas eu sei que tu vais conseguir voltar a cantar, a tocar piano e guitarra. Tens de superar, e eu sei que consegues. Eu deixei-te aqui, a culpa é minha. Se eu não te tivesse trazido para aqui tu não estavas assim.

Anne: Teres-me trazido aqui foi uma das melhores coisas que me aconteceu. Tu tens razão, eu tenho de encarar os meus medos, mas é mais forte do que eu, as lembranças nunca se apagam.

Ed: Eu sei que vais superar, e sabes uma coisa? Eu vou estar aqui para ver.

Anne: Obrigada...

 

Ed compreendia-me e eu cada vez gostava mais dele. Acabamos por almoçar uma refeição rápida em casa dele. Era uma casa muito agradável. Depois de arrumar-mos a cozinha e de termos namorado um pouco James e Helen apareceram.

 

James: Vim só buscar a maquina fotográfica e iamos já ter a tua casa Helen, mas se estão aqui é tudo mais fácil.

Ed: A maquiná está no teu quarto, mas duvido que a encontres, no meio daquela barafunda.

James: Barafunda? O meu quarto é o quarto mais arrumado e organizado da casa.

Anne: Uau, então o quarto do Ed é um quarto de morte.

Ed: Annie annie, é melhor não nos chatearmos.

 

Gostava da maneira como o James encarava as coisas, Helen sentou-se ao pé de mim e de Ed enquanto James foi buscar a máquina. Pelo o que Ed tinha dito, James tinha um curso de fotografia, e quase todos os dias tirava fotos. Eu não tinha muitas fotos só as essenciais, em minha casa não havia uma foto só minha, ou tinha com a minha mãe, com o meu pai ou com a Helen. Passamos a tarde a tirar fotos, James não se cansava. Apanhava as minhas piores posses, sempre distraída ou a beijar Ed, ou a meter-me com Ed. Consegui apanhar uma mesmo muito esquisita. Ao fim da tarde, James tinha o cartão de memória cheia. Foi a primeira vez, que gostei de ver uma foto minha, uma foto onde entrava apenas eu. A foto para mim era especial, pois eu estava com o olhar dirigido para Ed e estava de mão dada com Helen. Outra foto que tinha gostado era uma de nós os quatro. A tarde foi bem passada e tínhamos combinado ir jantar fora.  Pedi a Ed que me deixa-se em casa para mudar de roupa, e Helen fez o mesmo. O jantar estava marcado para as oito e meia, Ed e James vinham buscar-me e apanhavam Helen no caminho...

Qua | 11.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #15

Ontem tive um problema ao postar o capitulo,

por isso estava tão pequeno. Desculpem-me!

Beijinhos,

 

Capítulo #15

 

James e Helen entraram na sala, vinham animados e agarrados um ao outro. Era um bom sinal. Propus vermos um filme, Ed levantou-se e foi escolher, eu não era pessoa de ver filmes sozinha, tinha uma grande estante cheia de filmes mas nunca tinha visto quase nenhum. Eu e Helen fomos fazer pipocas na cozinha, enquanto os rapazes escolhiam o filme. Dez minutos depois sentamo nos nos sofás, eu e Ed num, Helen e James noutro. Helen não ficou muito contente com a escolha do filme, os rapazes escolheram terror. Eu não me importava, não era uma rapariga que se assustasse facilmente. Durante o filme, Helen tapou imensas vezes os olhos, Ed e James eram terríveis pois diziam-lhe sempre que podia ver nas partes mais assustadoras. Helen não achava muita piada, mas a cara dela dava mesmo para rir. O filme era demasiado longo, Helen e James adormeceram, agarrados no sofá. Quando o filme terminou, senti uma mão no meu cabelo, e um lábios encostados ao meu ouvido...

 

Ed: Annie, é melhor ires para a cama, eu vou chamar o James e nós vamos para casa.

Anne: Sim é melhor ir para a cama, aqui não se dorme muito bem. Mas não acordes o James, fiquem cá esta noite, já deve ser tarde.

Ed: São duas e meia da manhã.

Anne: Vês, anda. Fica comigo esta noite.

 

Ed concordou. Subimos para o meu quarto, deitamo-nos na cama, era bom ter o braço dele sobre a minha barriga. Ed cantou-me a música que tinha feito para mim. Acabamos por adormecer agarrados um ao outro. Era bom dormir assim, os nossos corpos encaixavam perfeitamente, éramos um todo.  Na manhã seguinte, quando acordei, Ed ainda estava ao meu lado. Olhei-o durante longos minutos. Virei-me e o relógio marcava dez horas da manhã. Fui tomar banho, mudei de roupa e desci para a cozinha. Helen e James já não estavam na sala, mas no frigorífico estava um papel: " Vou levar a Helen a casa, depois da hora de almoço passamos aí. James"

Abri o frigorífico, tirei um iogurte liquido e fui para a sala ver televisão. Passados cinco minutos, Ed desceu as escadas e sentou-se ao meu lado.

 

Ed: Bom dia!

Anne: Bom dia amor!

[Beijaram-se]

Ed: Já acordas-te há muito tempo?

Anne: Quase agora. Não te acordei, pois não?

Ed: Não, eu é que me deixei dormir mais um bocadinho, desculpa!

Anne: Não faz mal amor. O James e a Helen saíram, voltam depois do almoço.

Ed: OK.

Anne: O que vamos fazer?

Ed: Olha eu vou a casa tomar banho, e volto já.

Anne: Oh, não vás. Fica comigo.

Ed: Queres vir até minha casa?

Anne: Eu não gosto de ficar só, se não te importares eu ia

Ed: Vá, levanta-te, vamos.

Anne: És o melhor namorado do mundo!

Ed: [Beija-a intensamente], eu sei.

Anne: E além disso és convencido.

Ed: Sou o quê?

Anne: Convencido!

Ed: Ai é?

 

Dito isto Ed, correu atrás de mim. Quando me apanhou, entrelacei os meus braços no pescoço dele e beijei-o. Beijei-o,durante muito tempo, apetecia-me estar assim para sempre, apetecia-me estar assim até ao fim do mundo.  Ed libertou-se do beijo calmamente e lançou-me um sorriso.

 

Ed: Inflismente, não podemos ficar assim a manhã toda.

 

Dirigimo-nos para o carro, Ed voltou a beijar-me, estava a ficar mal habituado. De repente lembra-se e fazia-o. Apanhava-me distraída. Chegamos rápido a casa dele. A casa era grande e moderna. Ed abriu a garagem e pôs o carro. Mostrou-me as divisões da casa, o quarto de James era um inferno, ninguém se conseguia organizar lá dentro.   A última divisão que Ed me mostrou foi o quarto dele. Era grande, espaçoso, e arrumado. Era em tons de castanho.

 

Ed: Fica há vontade, eu não demoro nada!

 

Dito isto beijou-me e saiu. Percorri o quarto com o olhar, na parede em frente há cama estava uma tela grande, a preto e branco que retratava a cara de dois meninos a sorrir. Para mim foi fácil identificá-los: Ed e James. Eram muito parecidos quando eram pequenos,mas hoje ninguém dizia que eram irmãos. Ed tinha a mesma expressão no olhar quando sorria, era bonito já quando era pequeno. Ao lado da cama de Ed, estava uma moldura com uma fotografia de um casal, o pai e a mãe de Ed e James. Depois de olhar novamente para o retrato das duas crianças, o meu olhar dirigiu-se para uma esquina do quarto. O meu corpo gelou, era como se o tempo tivesse parado ... há muito tempo que não estava tão próxima de um ....