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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Dom | 16.06.13

Quando se abre o baú....

Já muito se falaram de bandas que marcaram a nossa infância, das séries que viámos, dos desenhos animados que já não são o que eram. Porém, na última segunda-feira deu-me para recordar e lá fui eu abrir o baú onde tenho os CD's antigos. De lá, retirei dois CD's de uma banda que nasceu na TVI . Não, não são os DZRT. São os 4Taste.

 

 

Vivemos um dia de cada vez
Sei que podemos viver sem porquês
Afinal só depende de nós dois

Confesso que o meu preferido não era o vocalista, mas sim o baterista. Quando era mais pequena, tinha uma certa panca por ele. Sei lá, achava-lhe piada e até tinha fotos dele numa capa. Sim, eu não era "normal". 

Quando eles terminaram, confesso que fiquei triste mas nada se compara ao que senti quando os DZR'T anunciaram que se iriam separar. Os DZR'T foram, para mim e para muitas adolescentes, a banda que mais nos marcou. Eram aqueles quatro rapazes que nos faziam sonhar e que nos faziam querer casar/namorar com um cantor famoso. 

 

"Fala, diz-me o que estás a pensar
Oiço, sinto o que estás sentir
Abre, abre a mão aos teus medos
Deixa-me estar onde estás
(...)

Quando te sentires que te vais perder..
sabes... que não te vou deixar cair...
Vou estar aqui, até ao fim"

Porém, só passados estes anos todos é que reparei na intensidade e no sentimento que as letras transmitiam. Voltei a colocar os dois CD's no computador e a chorar que nem louca. Porquê? Porque são este tipo de músicas que nos fazem pensar em momentos, pessoas que perdemos, erros que cometemos e em oportunidades que deixamos escapar. É este tipo de poemas que nos faz ter saudades de momentos felizes, tristes, lágrimas, sorrisos. 

 

 

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