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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Seg | 02.08.10

Don't stop dreaming - Capítulo #6

Obrigada por todos os comentários que tenho recebido!

Animaram-me

 

 

Capítulo #6

Quando ia a meio do caminho, resolvi ligar ao James.

 

[Chamada]

 

Ed: Puto, está tudo bem?

James: Yah, mano e por ai?

Ed: Mais ou menos!  Ainda estás com a Helen?

James: Sim, está aqui comigo

Ed: Passa-lhe o tlm, quero falar com ela sobre a Anne!

James: Ok

Helen: Passa-se alguma coisa ?

Ed: Está tudo mais ou menos, podes me fazer um favor?

Helen: Sim, claro

Ed: A Anne deixou o telemovel no relvado, ao pé da entrada principal

Helen: Ok, já percebi! Eu vou buscar e amanha entrego!

Ed: Obrigada, beijinhos, divirtam-se

Helen [ri]: Ok, beijinhos

 

Corri, e ao chegar a casa da  Anne , algo estava mal...

A porta da rua estava aberta, pousei a guitarra ao pé da porta , e entrei...

Ed:Anne?Anne? Estás ai?

Ninguém me respondeu, a sala estava vazia e não parecia ter sido remexida, caso tivesse sido um assalto.Avançei até a cozinha, e vi-a, estava sentada numa cadeira, com os phones nos ouvidos e estava a chorar.

Tirei-lhe os phones dos ouvidos  e disse-lhe:

Ed: Calma, sou eu! Não te assustes!

Anne: Ed[abraçou-me]

Ed: Pronto, calma.

Anne [parou de chorar]: O que estás aqui a fazer?

Ed: Eu fui a casa, mas resolvi, vir até aqui de novo, ia dormir ali fora, pois queria estar perto se se passase alguma coisa.

Anne: Oh, Ed. Não era preciso!

Ed: Não era preciso? Estás aqui sozinha, mal, e estás a sofrer. O que se passa? Eu quero ajudar-te, mas não sei como!

Anne: Desculpa, eu juro que te conto tudo mas agora abraça-me!

Fiz o que ela mandou, e depois pus a guitarra na cozinha e fechei a porta.
Ed: Foste lá fora? A porta estava aberta.

Anne: Sim, esqueci-me de a fechar!

Ed: Assustei-me, pensei que se passa-se alguma coisa ou então que tivesses fugido!

Anne: Obrigada por tudo, obrigada!

Ed: Shhh! Não me agradeças, tu fazias o mesmo!

 

Sentamonos, e dei-lhe a mão! Ganhei coragem e perguntei-lhe.

Ed: Anne, quem é o Richard?

Anne: Tens a certeza que queres saber?

Os olhos da Anne, encheram-se de lágrimas, prontas a cair a qualquer momento.

Ed: Só assim é que percebo a razão desse sofrimento todo.

Anne: O Richard, é meu irmão. Aliás, é meu irmão gémeo.

Ed: Porque é que ele não está ca Anne?

Anne: Ele, ele... quis ir viver para LA, com a minha tia, por causa de mim.

Ed: Por tua causa?

Anne: Sim. Quando nós eramos pequenos, tinhamos sete anos, estavamos a brincar no jardim da casa da minha tia, e então eu quis jogar à apanhada, mas o jardim não tinha muito espaço. Ele fazia-me todas as vontades, então eu pedi-lhe que fossemos brincar para a estrada, ele não queria, mas eu insisti tanto que ele acabou por aceitar. Era ele a apanhar-me, então eu corri para o passeio onde ele não estava, os carros passavam e alguns até com uma grande velocidade, ele tinha medo de passar, e eu comecei-lhe a fazer caretas, e a dizer que era um medricas, sabes aquelas coisas que fazemos uns aos outros quando somos pequenos para provocarmos?

Ed: Sim...

Anne: E então... [começou a chorar], quando ele teve coragem para atravessar,um carro vindo quase do nada, a grande velocidade, atropelou-o.

Ed [abraça Anne] : Pronto !

Anne: Eu não sabia o que fazer até que.....´

 

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