Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Sweet Nothing

Sweet Nothing

Sex | 06.07.12

Before you leave me - Capítulo XI

Olá caros e estimados leitores, é com muito gosto que vos deixo o mais recente capítulo da história "Before You Leave Me". Para todos aqueles que têm perguntado sobre a "Dreams of Love" quero adiantar que o próximo capítulo já se encontra iniciado, finalmente a inspiração surgiu para aqueles lados. Quero deixar um pedido especial, como sabem todos os comentários são muito importantes pois tenho-os em conta como um incentivo e queria pedir a todos aqueles que não se sentem à vontade para comentar que, pelo menos, clicassem no botão "gostei" ou "não gostei" para eu ter uma pequena ideia de quantas pessoas lêem a história. Obrigada!

 

 

 O resto da noite decorreu da melhor forma possível, depois de jantarmos a pizza fria – pois Zayn teimava em brincar e meter-se comigo de cada vez que eu tentava dar uma trinca na fatia que me era destinada – vimos uma comédia romântica e acabámos por adormecer no sofá. Era bom, muito bom, estar assim com ele.

Fui despertada do aconchego do meu sono com uma suave e carinhosa pressão no meu braço direito. Sem abrir os olhos sorri involuntariamente depois de reconhecer a doçura dos lábios de Zayn contra a minha pele, provocando-me uma série de arrepios.

 

- Bom dia, princesinha! – Segredou-me ao ouvido o rapaz que deixava o meu coração apertado, num bom sentido.

 

- Bom dia – bradei no mesmo tom de sussurro. – Que horas são?

 

- Não faço a mínima ideia. – A polpa dos dedos de Zayn acariciava agora o meu rosto, delineando cada contorno do mesmo. – Mas são horas de olhares para mim.

 

- Deixa-me dormir só mais um bocadinho… - insisti. Zayn sabia o quanto eu gostava de passar mais uns minutos de pura preguiça.

 

- Eu deixar até deixo mas, vais ter de aguentar isto – os seus lábios doces davam agora pequenos beijinhos onde anteriormente os seus dedos tinham acariciado a minha pele.- Achas que consegues? – Perguntou num tom de desafio.

 

- Estás a duvidar das minhas capacidades? – Retorqui-lhe fingindo um tom ofendido.

 

- Nunca o faria. – Respondeu-me, dando seguimento ao ato que começara anteriormente.

 

Abri finalmente os olhos e deparei-me com um sorriso enorme no rosto do moreno, a cada dia que passava aquele sorriso conquistava o espaço do meu coração, que ainda não lhe pertencia. Deixamo-nos estar assim, a encarar um e outro. Ambos apreciávamos o silêncio, não precisávamos de palavras. Ele sabia que eu gostava dele. Eu sabia que ele gostava de mim. Por agora, era suficiente.

Levantei-me, dei-lhe um beijo no rosto e subi até ao meu quarto. Tomei um breve duche e vesti uma roupa bastante prática. Desci e preparei a mesa do pequeno-almoço, tínhamos acordado por volta das dez e meia da manhã. Poucos minutos depois Zayn, apareceu na cozinha e, tomou-me nos seus braços. Os seus lábios tomaram conta dos meus como prova de que o que tinha acontecido na noite anterior não se tratara de um breve momento, de um simples sonho. Era real. A sua testa encostou-se à minha e a sua mão brincou com o meu cabelo, como já era costume.

 

-Apesar do banho, ainda tens uma cara de sono enorme mas, ficas tão bonita com essa carinha de sono … - confessou, envergonhando-me. O seu polegar acariciou o meu lábio inferior e o seu indicador exerceu pressão contra o meu queixo, obrigando-me a olhá-lo de novo. - E envergonhada ainda ficas mais.

 

- Pára com isso. - Supliquei-lhe.

 

- E se não parar? Bates-me?

 

- Talvez te bata … - os cantos da sua boca elevaram-se e duas covinhas adoráveis tomaram conta do seu semblante. – Ou então, talvez faça isto. – Dei-lhe um pequeno “selinho” nos lábios.

 

- Prefiro a segunda opção.

(…)

                Ao final da tarde, enquanto tentava ajudar Zayn a fazer alguns exercícios de matemática – tarefa completamente impossível uma vez que Zayn teimava em meter-se com o meu cabelo e não prestar a mínima atenção ao que eu dizia – quando o meu telemóvel deu sinal de mensagem. Era de Mary: “ Olá pombinhos, (quer dizer) vocês já resolveram as coisas, certo? De qualquer modo, se ainda não são pombinhos quer dizer, que não seguiste os meus conselhos. Porquê? Responde-me que eu vou ter no mínimo, um ataque cardíaco, se não souber como estão as coisas.” Ri-me da sua mensagem, imaginado Mary a dizer estas palavras em voz alta e a escrever a mensagem andando de um lado para o outro.

 

- Posso saber quem é que resolveu interromper os meus estudos e te deixou feita parvinha a olhar para o telemóvel? – Perguntou-me Zayn ao mesmo tempo que as suas mãos fortes me colocavam sentada sobre as suas pernas.

 

- Sim tonto, era a Mary. Olha: - passei-lhe o telemóvel para as mãos e vi Zayn sorrir com a mensagem da amiga.

 

- Ela é mesmo avariada daquela cabeça. – O telemóvel regressou às minhas mãos e Zayn não perdeu oportunidade para as manter sobre as suas. – Já lhe respondeste?

 

- Ainda não. – Não sabia o que responder. A verdade é que eu e Zayn já nos tínhamos entendido mas quando dissesse isso a Mary ela iria perguntar-me se namorávamos, e isso estava longe de acontecer.

 

- Então deixa, eu faço-o. – Zayn esticou o braço e apanhou o seu telemóvel, abriu a caixa de mensagens e depois de digitar o número de Mary, escreveu: - "Olá sua intrometida, quem tem manda chatear a Colbie? Ela não te pode responder, está bastante entretida a ensinar-me matemática, e a partir de agora ela é minha. Falo consigo mais logo, beijinhos. ( E sim, já nos entendemos parva )."


- Com que então, agora sou tua? – Perguntei-lhe na brincadeira.

 

- Claro que sim, mas não tinhas dúvidas disso pois não? – Perguntou-me notoriamente preocupado.

 

- Não, meu anjo, não duvidava mas isto ainda é estranho para mim. Entendes o porquê, não entendes? – Tudo o que eu queria era Zayn a meu lado, mas um Zayn que me percebesse.

 

- Sim, meu anjo, eu entendo o porquê de tu estares receosa com isto tudo. – Zayn tinha notado o meu medo, e de certo modo isso deixava-me bastante mais calma. – Notasse nos teus olhos que tens medo mas, eu quero isto e já te disse ontem o quanto és importante. – Os lábios de Zayn depositaram um suave beijinho na minha bochecha e as suas mãos entrelaçaram-se nas minhas. – Ouve, eu sei que nós não vamos poder andar aí a mostrar o que sentimos a toda a gente mas eu não preciso de fazer isso, estar contigo e saber que tu sabes o quanto és importante para mim, basta-me.

 

- Zayn, eu acho que o Harry, a Mary e o Niall devem saber …

 

- Sim, é claro que eles devem saber. Tu sabes que eu nunca lhes escondi nada e não quero começar agora. Para além do mais eles adoram-te e vão apoiar-nos, disso eu tenho a certeza. Por agora, não dizemos nada aos meus pais, é melhor assim. – Ouvir o que Zayn me dizia, estava-me a deixar bem mais descansada. – Mas há um pequeno problema.

 

-Qual? – Perguntei aflita, ao mesmo tempo que virava o meu rosto para que os nossos olhos se encontrassem.

 

-Não sei como vou aguentar muito tempo sem te agarrar, sem te aconchegar ao pé de mim. – Respondeu-me com um sorriso a acompanhar.

 

- Teremos de aguentar, menino Zayn.

 

- Tudo por si, menina Colbie. – Não foi preciso nada mais para que os nossos lábios entrassem em contacto, num beijo um quanto ou tanto apaixonado. 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.