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Sweet Nothing

Sweet Nothing

Qui | 02.09.10

Don't stop dreaming - Capítulo #27

Boa tarde meninas, aqui fica mais um capítulo ♥

 

Capítulo #27

 

Helen: Annie, querida sou eu , abres me a porta? - não tinha demorado muito a chegar, será que tinha vindo de carro? Ou o pai tinha a trazido?

Levantei-me e abri-lhe a porta, recebi logo um abraço e vi dois olhos castanhos a olhar para nós, era ele. Porque é que estava ali especado a olhar para mim, não tinha nada para fazer? Fechei-lhe a porta com toda a raiva que sentia por ele.

 

Anne: Não era preciso teres vindo, eu disse-te que queria ficar sozinha amor.

 

Helen:Pois disseste, mas eu não acreditei em ti, e para mais hoje é o teu aniversário e vais por um sorriso nessa cara, porque eu o Edward e o James temos uma supresa para ti.

 

Anne: Falas-te com o Edward? - perguntei preocupada, desde a mensagem que me tinha mandado não me disse mais nada.


Helen: Falei, ele e o James estão lá fora há nossa espera .

 

Anne: O Edward está lá fora? Eu vou ter com ele - quando me dirigi para a porta a mão de Helen interrompeu-me.

 

Helen: Ei , calma. Primeiro vamos fazer a tua mala, tu hoje dormes em minha casa! - disse-me olhando e deitando-me um sorriso.


Anne:
Obrigada - abracei-a- és a minha melhor amiga, espero que saibas disso.

 

Helen: Ai de ti que não fosse.

 

Coloquei alguma roupa numa mochila azul que costumava usar para desporto, Helen obrigou-me a por na mala um vestido curto preto alegando que tinha que o usar durante a supresa. Quando perguntei se era uma festa, Helen  limitou-se a encolher os ombros e a sorrir. Eram já nove e meia da manhã, descemos as escadas e tive de encarar os meus pais.


Mãe de Anne: Onde vais com essa mala?

 

Anne: Esta noite vou dormir em casa da Helen, e talvez nas próximas faça o mesmo. - vi os olhos do meu pai a pousarem em cima de mim, o meu pai não merecia a minha atitude mas eu tinha de sair daquele ambiente se não, não aguentava.

 

Mãe de Anne: Tu é que sabes, se é assim que queres. Vai - disse a minha mãe com uma voz que me irritou profundamente, apenas o meu pai me encorajou a ir dizendo que fazia bem e que ele estaria sempre ali para me apoiar. Richard devia estar no quarto, pois não me despedi dele nem fazia intenção de olhar mais para a sua cara.

 

Eu e Helen saímos, Ed estava encostado ao carro com o olhar impaciente dirigido para a porta. Mandei-lhe um sorriso forçado e quando estava suficiente perto dele abracei-o com todas as minhas forças, expirei o perfume dele, o único que me transmitia segurança naquele momento. Ouvi a porta da frente do lado oposto onde eu me encontrava a bater, era James que tinha resolvido sair do carro. Enquanto estive abraçada a Edward, os seus lábios encontraram o meu ouvido e disseram "Parabéns minha princesa!".

 

James: Parabéns Annie! - disse dando-me um abraço que me forçou a largar Ed, e ir ao encontro de James.


Anne: Obrigada James. Obrigada por tudo.

 

James: Não agradeças já, eu ainda não te mostrei a minha prenda.

 

Edward: Pois, mas isso fica para mais logo, agora vamos até casa da Helen, a Anne deixa as coisas e depois vamos passear.


Anne: E aonde é que vamos? - estava curiosa.

 

Edward, James, Helen: É segredo.

 

Edward fez-me sinal para que fôssemos para dentro do carro, passado pouco tempo estávamos já em casa da Helen, deixei a minha mochila no quarto dela e voltamos para junto dos rapazes. Quando me apercebi, Helen e James não vinham connosco. Mas eu estava com Edward e isso era o mais importante.

 

Edward: Onde queres ir? Afinal hoje é o teu aniversário, e eu quero aproveitar o dia contigo.

 

Anne: Hum, não sei. Só me apetece estar contigo, qualquer sitio serve. Mas será que podemos ir ao bosque? Afinal foi lá que praticamente tudo começou.

 

Edward: Porque é que teimas em ler os meus pensamentos? - disse sorrindo. - Mas tens de me prometer uma coisa?


Anne: Claro, já sabes que prometo

 

Edward: Hoje não vais chorar mais.

 

Anne: Vou tentar.

 

A sua mão entrelaçou a minha e fomos quase sempre assim durante toda a viagem. Durante o passeio no bosque, os meus lábios esmagavam a própria realidade quando tocavam os seus, era mais do que um simples gesto, beijo ou toque. Eu amo-o, e nunca o quero perder. Ficava ali para sempre com ele, não queria saber se tinha frio, se estava calor ou qualquer outra coisa.  A manhã passou a correr, Edward e eu fomos almoçar há pizzaria e há tarde fomos até há cidade mais próxima. Quando perguntei o que íamos fazer, apenas me respondeu que ia ver uma pessoa que gostava muito. Não me lembrei de ninguém, mas ao chegar ao aeroporto uma luzinha acendeu-se no meu cérebro.

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